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Vice-presidente da AL recebe relatório de CPMI de senadora

O Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos de 8 de Janeiro foi entregue, na sexta-feira, 10, pela senadora e relatora da comissão, Eliziane Gama, do PSD-MA, à 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputada Leninha, do PT.

O Relatório Final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos de 8 de Janeiro foi entregue, na sexta-feira, 10, pela senadora e relatora da comissão, Eliziane Gama, do PSD-MA, à 1ª vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputada Leninha, do PT.

Em entrevista coletiva, no Parlamento mineiro, a senadora afirmou que levará o documento a todas as casas legislativas para que os bastidores dos atentados aos Três Poderes, no âmbito de Brasília, sejam conhecidos em todo País: “Precisamos unir esforços em defesa da Democracia, essa CPMI não acabará em pizza”.

De acordo com Eliziane, o relatório, que aponta o ex-presidente da República Jair Bolsonaro como um dos 61 indiciados, já foi entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Polícia Federal e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que ampliem as investigações e apurem as responsabilidades penais e civis dos envolvidos.

A senadora ressaltou a atuação da equipe técnica formada por consultores legislativos do Senado, da Câmara dos Deputados, de agentes da Polícia Federal, além de servidores de órgãos de fiscalização e controle. Ela conta que o trabalho desses profissionais deu ao relatório a sustentação necessária para que sejam instaurados os inquéritos policiais. A parlamentar acrescentou ainda que há um conjunto de dados sigilosos, inclusive dados bancários dos financiadores dos ataques, que também já se encontram em análise pelos órgãos responsáveis.

AMEAÇAS – Eliziane Gama, perguntada sobre as ameaças que sofreu ao longo da relatoria da CPMI, destacou que, ao apresentar o relatório final no dia 18 de outubro, recebeu mais de duas mil mensagens ameaçadoras em suas redes sociais. “Prometeram tirar a minha vida”, declarou.

Segunda ela, a violência política e de gênero está presente no cotidiano do exercício parlamentar no contexto atual, mas que nunca havia vivenciado tamanha agressão. Ela falou também que tomou conhecimento das ameaças sofridas pelas deputadas da ALMG. A deputada Leninha afirmou que a entrega do relatório final da CPMI e a audiência sobre os atos de 8 de janeiro foram apenas os primeiros passos, na Assembleia de Minas, para o monitoramento de denúncias e desdobramentos. Também lamentou a violência contra suas pares.

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