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Frota chega a 246,7 mil veículos

Montes claros ocupa o 6º lugar no ranking mineiro geral, 7º no de automóveis e 3º no de motos

Entre o fechamento de dezembro 2023/início de janeiro e o encerramento de março, a frota de veículos emplacados em Montes Claros avançou 1,06%. Percentualmente, parece um crescimento muito tímido. Porém, quantitativamente, são mais 2.599 automotores licenciados na cidade trafegando pelas vias da urbe norte-mineira, sem contar os veículos emplacados em outras praças pelo Brasil afora. Do total de automotores emplacados em Montes Claros no primeiro trimestre, 972 são motocicletas/motonetas e 916 são automóveis. A cidade-mãe do Norte de Minas fechou o período de janeiro a março com frota própria de 246.720 veículos.

Os dados são da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), vinculada ao Ministério dos Transportes. Do total de veículos emplacados em Montes Claros alcançados em março, 103.590 são automóveis e 98.507 são da linha de duas rodas. A diferença pró-carros de passeio entre fevereiro e março caiu de 5.110 unidades para 5.083, revelando o reaquecimento das vendas de motocicletas e motonetas, após o crescimento do transporte por aplicativo feitos por carros, levando-se em consideração também o aumento dos congestionamentos, uma vez que, com motos, os condutores têm mais facilidades de driblar os nós viários.

MOTO APP

Vale destacar ainda que o mesmo transporte por aplicativo também está utilizando motocicletas, ajudando a sacramentar Montes Claros como detentora da terceira maior frota da linha de duas rodas, atrás apenas de Belo Horizonte, com 313.562 unidades; e Uberlândia, com 131.210 motos. Entretanto, de todos os acidentes de trânsito ocorridos em Montes Claros neste, 42% envolvem motocicletas.

No ranking quantitativo de veículos emplacados na capital simbólica do Norte de Minas, após os automóveis e motocicletas, vêm as caminhonetes, com 19.430 unidades; seguidas pelas camionetas, com 7.208 automotores; 5.403 caminhões; 5.398 reboques; 2.627 utilitários; 1.277 ônibus; 1.046 semireboques; 857 caminhões-tratores; 527 ciclomotores; 527 microônibus; 200 triciclos; 110 outros modelos; 15 tratores de rodas; e 7 side-cars.

RANKING MINEIRO

Montes Claros detém a sexta posição no ranking mineiro de maiores frotas emplacadas nos municípios, com 246.720 automotores. Belo Horizonte lidera com 2.653.618 veículos; seguido por Uberlândia (523.776), Contagem (352.991), Juiz de Fora (301.587), Uberaba (253.889), Montes Claros, Betim (232.773), Ipatinga (164.861), Divinópolis (160.935), Governador Valadares (157.680), Sete Lagoas (151.099), Ribeirão das Neves (128.434) e Patos de Minas (127.571).

AUTOMÓVEIS – Em relação aos automóveis, o ranking mineiro é liderado por Belo Horizonte (1.723.946), Uberlândia (270.624), Contagem (205.952), Juiz de Fora (190.963), Betim (135.495), Uberaba (133.327), Montes Claros (103.590), Ipatinga (92.565), Divinópolis (87.952), Sete Lagoas (79.859), Ribeirão das Neves (77.440), Governador Valadares (68.688) e Patos de Minas (55.500 automóveis).

O ranking de motos também é liderado por Belo Horizonte (313.562), seguida por Uberlândia (131.210), Montes Claros (98.507), Uberaba (64.288), Contagem (61.961), Governador Valadares (59.887), Juiz de Fora (50.461), Ipatinga (42.701), Patos de Minas (41.416), Betim (40.959), Divinópolis (40.439), Sete Lagoas (36.496) e Ribeirão das Neves (31.336).

NORTE DE MINAS

No Norte de Minas, além de Montes Claros, o ranking as maiores frotas de veículos emplacados nos municípios é liderado por Janaúba, com 41.944 automotores. Em seguida, vêm Pirapora (31.141), Januária (28.605), Taiobeiras (27.916), Bocaiúva (27.245), Porteirinha (23.847), Salinas (22.817), São Francisco (20.147), Jaíba (19.339), Espinosa (18.845), Várzea da Palma (18.096), Brasília de Minas (14.649), Rio Pardo de Minas (13.792), Buritizeiro (11.713) e Francisco Sá (9.387).

O ranking dos automóveis no Norte de Minas, além de Montes Claros, é liderado por Pirapora, com 12.914 unidades. Em seguida, vêm Janaúba (12.674), Bocaiúva (12.048), Taiobeiras (8.821), Januária (8.372), Salinas (7.699), Várzea da Palma (6.912), Porteirinha (6.893), São Francisco (6.358), Brasília de Minas (5.989), Jaíba (5.920), Espinosa (5.082), Buritizeiro (4.354), Rio Pardo de Minas (4.167) e Francisco Sá (3.643).

DOMÍNIOS DAS MOTOS

No Norte de Minas, nove municípios têm mais motos do que automóveis: Janaúba, Januária, Espinosa, Jaíba, Porteirinha, Rio Pardo de Minas, São Francisco, Taiobeiras e Salinas. O ranking da linha de duas rodas é liderado por Janaúba (21.757), Januária (15.633), Porteirinha (13.360), Taiobeiras (12.576), Pirapora (12.216), Espinosa (11.307), Salinas (10.871), São Francisco (10.700), Jaíba (9.886), Bocaiúva (9.353), Rio Pardo de Minas (7.611), Várzea da Palma (6.874), Brasília de Minas (6.278), Buritizeiro (4.658) e Francisco Sá (3.601 motos).

Vendas de veículos avançam em Minas Gerais no 1º quadrimestre

O mercado de veículos seminovos e usados em Minas Gerais está aquecido. Considerando todos os segmentos analisados (automóveis, motos, comerciais leves e pesados e outros), o crescimento da venda no acumulado dos quatro primeiros meses de 2024 foi de 7,1% frente ao mesmo intervalo do exercício anterior. Foram 607.645 unidades comercializadas no Estado de janeiro a abril, conforme dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto).

Considerando as vendas totais, os resultados foram positivos nas demais análises feitas pela federação. Em abril deste ano frente igual mês de 2023, o avanço na comercialização foi de 31,4%. E na comparação com março, o incremento foi de 19,8%. Presidente da Associação dos Revendedores de Veículos de Minas Gerais (Assovemg), Glenio Leonardo de Oliveira Junior explica que vários fatores foram responsáveis pelo desempenho positivo da venda de veículos em Minas Gerais, entre eles, o aumento na geração de postos de trabalho no Estado e a redução nos últimos meses da taxa básica de juros, a Selic.

De fato, o emprego vem crescendo no Estado. Somente em março, Minas Gerais abriu 40,8 mil postos de trabalho com carteira assinada. O resultado foi o melhor para o mês desde 2020, quando iniciou a nova metodologia do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e representa alta em relação aos meses de janeiro e fevereiro deste ano, quando foram geradas 11,6 mil e 35,9 mil vagas, respectivamente.

Ainda conforme o Caged, no acumulado do primeiro trimestre de 2024, Minas gerou 88,4 mil empregos com carteira assinada, o maior volume para este intervalo desde 2021. E no último dia 8, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), reduziu a meta para a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual. Com isso, a Selic passou para 10,50% ao ano. Foi o sétimo corte consecutivo, desde o início do afrouxo que começou em agosto de 2023, quando a taxa estava a 13,75% ao ano. Desde então, todos os ajustes haviam sido de meio ponto percentual.

SEMINOVOS

O dirigente destaca o desempenho na comercialização por tempo de uso da categoria de seminovos, que contabilizou alta de 28,9% no primeiro quadrimestre de 2024 ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 117.680 unidades. “Entre outras vantagens dos seminovos está a garantia de fábrica”, observa. Além dos fatores macroeconômicos positivos, Oliveira Junior observa que o preço alto dos veículos novos contribui para que o consumidor opte pelos seminovos, que são mais acessíveis.

Os seminovos também registraram crescimento em abril frente a igual mês de 2023. A alta na comercialização foi de 46,5%. O avanço foi verificado na comparação com março, com elevação nas vendas de 25,1%.

Ainda na divisão por tempo de uso, em seguida, se destaca a venda dos chamados “usados jovens” (veículos de quatro a oito anos), com elevação de 5,6% na comercialização no 1º quadrimestre do ano. Nesse período, os “usados maduros” (nove a 12 anos) tiveram o menor resultado, com alta de 0,3%. E os classificados como “velhinhos” (com 13 anos ou mais) apresentaram crescimento na comercialização em Minas Gerais de 2,9%.

Considerando os automóveis, as vendas no 1º quadrimestre cresceram 6,7% frente ao mesmo intervalo de 2023, totalizando 355.413. Os comerciais leves também tiveram expansão (9,8%), bem como a comercialização das motos (8,3%). Já os comerciais pesados tiveram recuo de 3,3% na comercialização no período, assim como os outros (-1,7%).

No País, segundo relatório da Fenauto, as vendas em abril também tiveram resultados positivos e cresceram 11,3% em relação ao mês de março, além de serem 26,6% superiores ao mesmo mês de 2023. Com esse resultado, o acumulado de veículos comercializados no quadrimestre chegou a 4.840.992 de unidades, um resultado 10% maior do que o acumulado no mesmo período de 2023. Para o presidente da Assovemg, diante do cenário econômico atual, as perspectivas são de crescimento nas vendas mês a mês, podendo superar, no País, a marca recorde dos 15 milhões de veículos. (Juliana Gontijo, Diário do Comércio).

Frota chega a 246,7 mil veículos
NÚMERO de motos se aproxima de 100 mil e de automóveis supera a casa das 103 mil unidades

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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