Dia Nacional da Umbanda é comemorado em Montes Claros

O Dia Nacional da Umbanda é comemorado no dia 15 de novembro, feriado da Proclamação da República.

O Dia Nacional da Umbanda é comemorado no dia 15 de novembro, feriado da Proclamação da República. A Umbanda é uma religião monoteísta a afro-brasileira, surgida em 1908, fundada por Zélio Fernandino de Moraes. Contudo, baseia-se em três conceitos fundamentais: Luz, caridade e amor. A palavra “umbanda” pertence ao vocabulário quimbundo, de Angola, e quer dizer “arte de curar”.

A Associação Espiritualista Umbanda Folclórico do Cultos Afro Brasileiro do Norte de Minas – Terreiro em Montes Claros é presidido por Antônio de Souza Silva, mais conhecido como Tone Preto, que já atuou no Sindicato do Transporte Rodoviário de Montes Claros. A entidade funciona na Rua Pedra Azul, 38, Bairro Antônio Pimenta e foi fundada em setembro de 1969.

Em entrevista ao NOVO JORNAL DE NOTÍCIAS, Antônio Silva que Associação Umbanda em Montes Claros tem um papel importante, pois são muitas as ações sociais realizadas mesmo com as dificuldades enfrentadas no dia a dia. “Vivo no meio da umbanda desde 1969 e hoje frequento também uma casa em Belo Horizonte”.

Com a pandemia da covid-19, Tone Preto lembra que as dificuldades aumentaram ainda mais e antes as coisas já estavam difíceis. Com sede própria, mas sem apoio do poder público, ele tem redobrado o trabalho para ajudar, principalmente, os mais carentes de Montes Claros e região.

Desde 1970, Antônio Silva afirma que vem trabalhando muito intensamente, contudo, é preciso que nossas casas sejam legalizadas e “carecemos de uma reforma na sede, mas mesmo assim, “estamos sobrevivendo”, acentuou, destacando a data comemorativa desse dia 15 de novembro.

Uma das maiores ações realizadas pela Associação no Terreiro de Montes Claros é a distribuição de cestas básicas e espiritual. Para ser ter ideia, a última foi doada pelo governo federal aconteceu anos atrás, quando foram recebidas 2.500 cestas para as pessoas carentes, lembra.

Tone Preto explica ainda, que o terreiro e candomblé é formado por 14 diretores. “Nós fazemos um trabalho a nível de Montes Claros e Norte de Minas dando apoio as comunidades com 3 mil pessoas e nas 70 casas chegam a 10 mil participantes”, revela ao NJN.

“A nossa maior dificuldade é não termo apoio e dificilmente o poder público abre as portas para a gente, uma vez que são coisas simples e muitas pessoas necessitadas e a gente tem que amparar todos que chegam aqui pedindo ajuda. A pior coisa é pedir doação”, justifica o presidente do Terreiro.

“Quem quiser ajudar a Associação pode nos procurar na própria sede do Terreiro, com quem mantemos amizade com outras casas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, entre outros grandes centros, o que é diferente de magia, que somente o saudoso Francisco Cardoso, o Chico Preto trabalhava com ela na região com trabalhos em todo o país”, conclui.

TRADIÇÕES

As tradições de Matriz Africana, como o Candomblé e a Umbanda, se mantêm vivas de geração em geração através da vida e memória dos mais velhos. O mutuê do sacerdote é o fiel testamento do Candomblé.

Os alunos da Escola Estadual Domingos Justino Ribeiro tiveram a oportunidade de estar com Tat’etu Arabomi, do Bakise Bantu Kasanje, para um momento de ensinamento e partilha. Maiores informações https://www.instagram.com/p/ Czob6DjMYTg/?igshid=YXU zbDdpNnl3czV4

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Presidente da Associação Espiritualista Umbanda, Antônio Silva reclama da falta de apoio do poder público

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