[views count="1" print="0"]

Sicoob Credinor realiza Assembleias Gerais com participação de 600 cooperados

Na noite dessa segunda-feira (22), o Sicoob Credinor realizou as Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária no Centro de Eventos do Parque de Exposições João Alencar Athayde, em Montes Claros.

Na noite dessa segunda-feira (22), o Sicoob Credinor realizou as Assembleias Gerais Extraordinária e Ordinária no Centro de Eventos do Parque de Exposições João Alencar Athayde, em Montes Claros.

As assembleias contaram com a participação de 600 cooperados e foram marcadas por discussões importantes sobre o futuro da cooperativa. As assembleias representam o centro da governança cooperativa, em que os associados exercem seu direito democrático de participar das decisões que moldam o futuro da instituição. Estas reuniões garantem transparência, igualdade no tratamento e prestação de contas adequada.

Consciente da responsabilidade ecológica e ambiental, o Sicoob Credinor optou por uma abordagem sustentável ao não produzir vias impressas do Relatório de Gestão, que está acessível a todos os associados por meio do site www.sicoobcredinor.com.br, assim como por meio do código QR fornecido durante a assembleia. Uma iniciativa que resultou na economia de aproximadamente 1,2 toneladas de CO2.

Na Assembleia Geral Extraordinária, foram discutidos e deliberados a reforma geral do estatuto social; a aprovação da política institucional de controles internos e conformidade, além da reforma do regimento interno eleitoral.

Na Assembleia Geral Ordinária, foi apresentada a prestação de contas dos órgãos de administração, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal, compreendendo: relatório de gestão; balanços elaborados no primeiro e no segundo semestres de 2023; relatório da auditoria externa e demonstrativo das sobras apuradas. Após a apresentação, a Assembleia aprovou por unanimidade a prestação de contas.

O presidente do Conselho de Administração do Sicoob Credinor, Dario Colares, destacou a importância das assembleias como instrumento de participação e decisão dos associados. “As assembleias gerais são momentos cruciais para a vida da cooperativa, de forma que os associados exercem sua voz e contribuem ativamente para o desenvolvimento e o fortalecimento da nossa instituição. Estamos comprometidos em promover uma gestão transparente, responsável e voltada para o bem-estar de todos os nossos associados”, enfatizou.

RESULTADOS – Durante as assembleias foram apresentados os resultados dos principais indicadores da cooperativa: os Ativos atingiram a marca de R$ 1 bilhão em 2023, com aumento de 35%, demonstrando o caminho de crescimento das operações e serviços para os cooperados; crescimento de 45% dos Depósitos Totais, que somaram R$ 737 milhões; aumento do Patrimônio Líquido em 12%, fechando o exercício com R$ 147 milhões; as Sobras do período antes das destinações e da correção do Capital Social fecharam o ano de 2023 com R$ 25.347.645,07, montante 4,5% superior ao registrado em 2022.

“Atingimos a conquista histórica de R$ 1 bilhão em ativos financeiros, um marco que reflete nosso crescimento, mas também a confiança dos nossos cooperados. Em 2024, contamos com a participação de todos para que o Sicoob Credinor seja cada vez mais significativo e relevante na vida das pessoas e no desenvolvimento das comunidades”, enfatizou Colares.

SOBRAS – Após as destinações estatutárias (Reserva Legal 60% – R$ 15.208.587,04 e Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES 10% – R$ 2.534.764,51) ficou à disposição da Assembleia o valor de R$ 7.604.293,52, que decidiu destinar 50% do valor correspondente na conta corrente dos cooperados e 50% incorporados ao capital social.

Ao final, foram sorteados prêmios entre os cooperados presentes, o que demonstra o reconhecimento do Sicoob Credinor à participação e engajamento dos associados. Os prêmios incluíram quatro televisões de 50 polegadas, quatro caixas de som JBL, quatro Airfryers e uma moto 160cc 0 km.

Sicoob Credinor realiza Assembleias Gerais com participação de 600 cooperados
Por meio das assembleias que os cooperados exercem o direito democrático de participar das decisões que norteiam as ações na cooperativa

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendadas a você

Mudanças passam a valer em outubro e facilitam o retorno à doação, eliminam a idade máxima e aprimoram a triagem
Pessoas com mais de 70 podem continuar doando sangue
O objetivo é avaliar como ampliar serviços, como exames e procedimentos disponibilizados à população
Grupo discute ampliação de serviços e inovação
Em todo o país, 77% dos municípios estão cobertos com serviços móveis de consultas, exames e cirurgias
Carretas atendem 1 milhão de procedimentos
O lançamento da campanha de Apadrinhamento de Natal ocorreu no auditório da Ejef, em Belo Horizonte
Solidariedade e Pertencimento: O Natal da Criança Acolhida em Minas Gerais
Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
SUS alcança mais de 1 milhão de crianças vacinadas
Terceira unidade do país vai apoiar todo o Sudeste em casos de ondas de calor, enchentes e outros eventos extremos ligados ao El Niño
Força Nacional do SUS recebe base regional no Rio para atender o Sudeste
Primeiro produto da plataforma nacional, vacina contra a Covid-19 avança para testes clínicos
Brasil consolida desenvolvimento de vacinas com RNA
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
MS destaca ações para enfrentar a judicialização
CRLV será cobrado pelo Detran em novembro
Norte de MG cria vagas e exige qualificação técnica
SUS anuncia próteses dentárias digitais em todo o país
Mulheres representam mais de 63% dos atendimentos
Farmácia Popular pode gerar economia de até R$ 8,8 mil
STF unifica critérios e prazos da licença-maternidade
Brasil defende produção regional e acesso equitativo
Sancionada lei do Move Brasil para frotas urbanas
Triângulo ganha recursos contra câncer 
Conecta com Minas reúne lideranças e movimenta o mercado da Comunicação e Publicidade em Belo Horizonte 
CRLV será cobrado pelo Detran em novembro
Farmácia Popular presente em 5 mil municípios
PC prende quadrilha por extorsão