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Artista norte-mineiro lança Léxico Catrumano PORTAL SOLAR nesta quarta-feira em SP

Nesta quarta-feira (27), às 14h30, será lançado o livro Léxico Catrumano de 500 páginas e 12 mil verbetes do bocaiuvense Téo Azevedo, do distrito de Alto Belo, no Norte de Minas. O lançamento ocorrerá na Casa de Cultura Júlio Guerra, em Santo Amaro (SP) com entrada franca.

Nesta quarta-feira (27), às 14h30, será lançado o livro Léxico Catrumano de 500 páginas e 12 mil verbetes do bocaiuvense Téo Azevedo, do distrito de Alto Belo, no Norte de Minas. O lançamento ocorrerá na Casa de Cultura Júlio Guerra, em Santo Amaro (SP) com entrada franca.

Haverá show com os norte-mineiros Valdo & Vael, Olivinho do Acordeon, trio, os músicos Tércio, este filho de Téo e Alisson Azevedo, dentro dos 80 anos do cordelista, compositor, cantor e repentista nortemineiro, que reside entre Montes Claros e São Paulo.

TRAJETÓRIA – Além de construir a própria trajetória, Téo Azevedo produziu dezenas de discos e levou aos estúdios de gravação centenas de cantores e compositores. Conviveu e firmou parcerias com Sérgio Reis, Zé Ramalho e Luiz Gonzaga, entre outros. Em 2013, ganhou o cobiçado prêmio Grammy Latino com “Salve Gonzagão – 100 anos”, na categoria melhor álbum de raiz.

Criativo, Téo Azevedo rompeu fronteiras estéticas. Gravação de sua autoria faz parte de um disco de Bobby Keys (1943-2014), saxofonista da banda Rolling Stones. Também revelou ao mundo o mestre da viola Zé Coco do Riachão (1912- 1998), luthier e instrumentista mineiro que tem entre os fiéis seguidores os craques Paulo Freire, Roberto Corrêa e Chico Lobo.

“Deus foi muito bom comigo, uma pessoa autodidata que só tem a escola da vida. Vivi esse tempo todo e tive as oportunidades que Deus me concedeu. Consegui chegar aos 80 anos em julho passado ainda de pé, acho que é um grande prêmio”, afirma. Ele também comemorou seis décadas de carreira, iniciada em Belo Horizonte nos anos 1960.

Téo Azevedo produziu muita coisa, brilhou no Grammy e apoiou vários artistas, mas não tirou proveito financeiro disso. “Sou uma pessoa que não ganhou dinheiro com a música, mas consegui ajudar muita gente. O grande prêmio que recebi foi o prazer de fazer as coisas, de ver tantas músicas de minha autoria gravadas”, assegura. (Com informações EM).

Autor norte-mineiro de Alto Belo, compositor, cantor e cordelista Téo Azevedo

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