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Terceira Feira começa nesta terça

A Terceira Feira acontece de 11 terça-feira-a 15, domingo.

A Terceira Feira acontece de 11 terça-feira-a 15, domingo. O credenciamento garante preço especial para cinco diárias com café da manhã. São quartos individuais confortáveis com banheiro num ambiente ecologicamente saudável. Há pouquíssimas vagas disponíveis até o próximo 19 de agosto. Reservas exclusivamente pelo email institutodaghobe@gmail.com O norte-mineiro de Brasília de Minas, da Revista Veja, José Edward Lima deve participar. O jornalista é autor de Poemas vagabundos. De acordo com o escritor, jornalista e Doutor em Literatura Brasileira, montes-clarense Anelito de Oliveira, os interessados têm desconto especial para se hospedar na Pousada da Guinda. São suítes Masters com camas de casal e solteiro, banheiro, TV, ar condicionado e frigobar, café da manhã incluído. Ambiente de alta qualidade ecológica com pomar, piscina e área gourmet. Pacote Turístico Terceira Feira de três diárias inclui ainda transporte para ida e volta aos locais de realização das atividades da Terceira Feira no Centro histórico.

 TRAJETÓRIA

Anelito tem uma trajetória de mais de três décadas de atividades nos meios jornalístico, cultural, literário e acadêmico no país e no exterior. Doutor pela USP e Pós-Doutor em Teoria Literária pela Unicamp, é pesquisador vinculado ao Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade (NEIA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e ao Grupo de Estudos em Filosofia e Literatura da UFS (GeFelit).

 Publicou vários livros de prosa ficcional (A menina chinesa, O iludido e Os acampamentos insustentáveis), de poesia (Transtorno, Mais que o fogo e A ocorrência) e ensaio (A Aurora das Dobras), além de dezenas de trabalhos em livros coletivos, revistas acadêmicas e jornais impressos e digitais no Brasil e no exterior. Dirigiu o Suplemento Literário de Minas Gerais de 1999 a 2003 e no momento dirige a Revista Sphera, o programa mensal A partilha do poético no YouTube e o Podcast Fanon Blues.

EVENTO

Contudo, esclarece ainda ao NOVO JORNAL DE NOTÍCIAS, que a pousada está devidamente credenciada pelo evento. Apenas nove unidades disponíveis. Reserva até 19 de agosto exclusivamente pelo email.

O poeta Antonio Miranda é um dos grandes destaques da Terceira Feira: encontro de literaturas das margens do mundo que acontecerá de 11 a 15 de setembro próximo em Diamantina. Ele é poeta, dramaturgo, ensaísta e bibliófilo, professor da UNB, ex-diretor da Biblioteca Nacional de Brasília. Nasceu no Maranhão, viveu na Venezuela durante os anos de chumbo no Brasil e está radicado há muitos anos em Bsb.

 Pioneiro na organização e difusão da literatura na Internet com o portal que tem o seu nome, será homenageado pela Terceira Feira no Colóquio E-literatura e também participará do Colóquio Poetas das Margens do Mundo. Miranda é um dos integrantes do seleto grupo de autores da Coleção Infame Ruído, que será lançada na noite de 13 de setembro na Casa Juscelino em Diamantina.

PIRAPORA

A Coleção Infame Ruído, item estruturante da Terceira Feira, conta com a participação muito especial do poeta Raimundo Carvalho, ícone da poesia contemporânea praticada a contrapelo das convenções literárias. Ele também é tradutor de letras clássicas, escritor de livros infanto-juvenis, ensaísta e professor da UFES recentemente aposentado.

 Raimundo nasceu às margens do Rio São Francisco, em Pirapora, no Norte de Minas. Ele participará do Colóquio Poetas das Margens do Mundo e do Painel que discutirá o lugar da literatura na defesa do estado democrático de direito nas margens do mundo, duas das muitas atividades da Terceira Feira de 11 a 15 de setembro 2024 em Diamantina, no grande sertão jequitinhonhense.

 POETISA

 A também ensaísta e tradutora Vera Casa Nova é mais uma participação brilhante da Terceira Feira: encontro de literaturas das margens do mundo, que acontecerá em Diamantina.

Contudo, integra o grupo de excelência de poetas que participam da Coleção Infame Ruído, mapeamento da poesia contemporânea que não negocia suas verdades. Vera nasceu no Rio e mora em BH desde 1978, onde marca decisivamente a cena acadêmica, como professora e pesquisadora da UFMG, e cultural, como referência maior de grandeza artística e intelectual.

A Terceira Feira acontece de 11 terça-feira-a 15, domingo.

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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