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Semáforos piscando no amarelo exigem mais atenção

Nos últimos meses, alguns semáforos na região central da cidade no modo amarelo piscando intermitente são registrados em alguns horários do final de semana, feriados e somente são consertados por técnicos da Empresa Municipal de Planejamento, Gestão em Educação em Trânsito e Transportes de Montes Claros (MC trans), durante a semana. Portanto, todo cuidado é pouco por parte dos condutores na Praça Coronel Ribeiro, Avenida Deputado Esteves Rodrigues (Sanitária), além da Praça de Esportes, entre vários outros pontos estratégicos de Montes Claros.

Segundo a MC trans, Montes Claros está constantemente implantando e modernizando semáforos para melhorar o trânsito, focando em cruzamentos movimentados como o da Rua Rui Barbosa com a Coronel Joaquim Costa (recém-implantado) na Mestra Fininha, além de avenidas importantes como São Judas e as novas vias do corredor sul, com tecnologias LED para maior visibilidade e segurança para motoristas e pedestres.

A cidade também conta com semáforos manuais com botão para travessia de pedestres, e a sinalização é sincronizada para garantir fluidez, na Praça de Esportes, Avenidas Francisco Gaetani, Bairro Major Prates, Dr. João Luiz de Almeida, Vila Guilhermina, entre outros cruzamentos da cidade.

A cidade também conta com semáforos manuais com botão para travessia de pedestres, e a sinalização é sincronizada para garantir fluidez, na Praça de Esportes, Avenidas Francisco Gaetani, Bairro Major Prates, Dr. João Luiz de Almeida, Vila Guilhermina, entre outros cruzamentos da cidade.

Avenidas Novas: Implantação de semáforos de LED (mais visíveis, menor consumo) nas avenidas Manoel Caribé Filho e Avilmar Gonçalves de Oliveira, que formam um corredor para o Anel Rodoviário Sul, com planos de estender para a Avenida Independência.

Avenida São Judas Tadeu: Instalação de quatro semáforos em um corredor intenso de tráfego e Anel Leste.

Avenida Mestra Fininha: Semáforo funcionando no cruzamento com ruas Laura Prates e Hélio Nilton Pereira, atendendo a antiga demanda por segurança.

Tecnologia: Uso de semáforos de LED e sistemas sincronizados para otimizar o fluxo. Pedestres: Semáforos com botão que os pedestres podem acionar para mudar o sinal, facilitando a travessia.

A MCTrans foca em atender as solicitações da população e melhorar a mobilidade urbana com esses investimentos em sinalização semafórica.

ALERTA

Semáforos piscando no centro e bairros geralmente indicam um modo de alerta ou atenção, exigindo que os motoristas reduzam a velocidade e redobrem o cuidado, pois a preferência não é clara ou há perigo, sendo amarelo intermitente um aviso para cautela e vermelho piscante o mesmo que um sinal de PARE, demandando parada total antes de prosseguir com segurança, sendo essencial respeitar as normas de trânsito e não acelerar, mesmo que não seja infração avançar no amarelo, para evitar acidentes.

Reduza a velocidade e redobre a atenção.

 Dê preferência aos outros veículos e pedestres.

Não é necessário parar obrigatoriamente, mas prossiga com cautela, como em um cruzamento sem sinalização, fazendo contato visual com os outros condutores.

Não acelere para tentar passar, pois isso aumenta o risco de acidentes. Vermelho piscante (Intermitente)

Pare completamente o veículo antes da faixa de pedestres, como se fosse uma placa de PARE.

Observe o trânsito e só prossiga quando for seguro, dando preferência a todos.

Falha ou manutenção: Podem indicar problemas técnicos ou manutenção na rede, especialmente após chuvas fortes.

Horário de baixo fluxo: Muitas cidades ajustam os semáforos para amarelo intermitente na madrugada ou horários de pouco movimento para aumentar a segurança contra assaltos, transformando o cruzamento em um de “PARE e Siga”, segundo projetos de lei.

Sinal de perigo: Podem ser uma advertência para perigos na via, como obras ou obstáculos, exigindo atenção redobrada.

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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