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Reservatório abastece metade de Montes Claros e exige gestão rigorosa

Com 64,81% da capacidade, a barragem começou o ano sob monitoramento da Copasa, depois das chuvas registradas de 203 mm

O início deste ano apresenta um cenário de maior atenção para o abastecimento em Montes Claros. Dados da Copasa revelam no entanto que a Barragem de Juramento, fonte de 50% da água consumida na maior cidade do Norte de Minas, está com um volume de armazenamento 11% inferior ao registrado no mesmo intervalo do ano anterior. Atualmente, o reservatório detém 64,81% de sua capacidade, contra os 76% observados no início de 2025.

A recuperação do manancial, que suporta até 45 milhões de m³, depende diretamente das chuvas na bacia de contribuição. Desde dezembro do ano passado, o acumulado é de 203,6 milímetros. O índice ainda não foi suficiente para repetir o fenômeno de janeiro de 2025, quando a represa verteu pela última vez após uma quinzena de chuvas intensas.

Para evitar quedas bruscas no estoque de água, a Copasa informou que opera um sistema de rodízio técnico entre suas fontes produtoras. O objetivo é: preservar o volume armazenado na represa de Juramento, garantir a continuidade do serviço em quantidade e qualidade e adaptar a captação de acordo com a disponibilidade das demais fontes da região.

A gestão hídrica busca equilibrar o uso do reservatório para que a segurança do abastecimento não seja comprometida ao longo do ano, especialmente diante da variação climática característica do semiárido mineiro.

“Eu quero viver para o dia em que eu esteja bem e estabilizada. Talvez isso mude ou melhore com a mudança de casa, talvez não. Minha mãe diz que já tem um ano e que já passou da hora de melhorar. Me sinto caindo em queda livre, do céu ao inferno. Penso em como reverter essa situação e ainda não evolui, tirando a parte que estou trabalhando e conseguindo trabalhar”, diz uma moradora.

Foto: Na rota como JURAMENTO

Crédito: COPASA/DIVULGAÇÃO

Com 64,81% da capacidade, a barragem começou o ano sob monitoramento da Copasa, depois das chuvas registradas de 203 mm

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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