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Prova do Concurso Nacional será aplicada em sete locais da cidade

O Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2), coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), e executado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), terá forte impacto em Minas Gerais. Ao todo, 51.142 pessoas candidatas confirmaram inscrição para a prova objetiva, que será realizada neste domingo (5/10) em 26 municípios, quatro dos quatro no Norte de Minas.

O Concurso Público Nacional

Unificado (CPNU 2), coordenado

pelo Ministério da Gestão e da Inovação

em Serviços Públicos (MGI)

em parceria com a Escola Nacional

de Administração Pública (Enap), e

executado pela Fundação Getulio

Vargas (FGV), terá forte impacto em

Minas Gerais. Ao todo, 51.142 pessoas

candidatas confirmaram inscrição

para a prova objetiva, que será

realizada neste domingo (5/10) em

26 municípios, quatro dos quatro no

Norte de Minas.

A prova será aplicada em sete

locais de Montes Claros, um cada

em Janaúba, Januária e Pirapora.

Porém, o MGI não divulgou as instituições

onde será a prova. Montes

Claros é a terceira cidade com maior

número de locais de prova. Belo

Horizonte lidera com 14, seguida

por Juiz de Fora, com 10.

Do total de candidatos inscritos

em Minas Gerais, 29.218 (57,13%)

são mulheres, enquanto 21.922

(42,86%) são homens. O CPNU

está construindo um serviço público

com a cara do Brasil ao integrar esforços

de inclusão, com reforço das

ações afirmativas, e de democratização

do acesso às carreiras públicas,

facilitando a participação de

pessoas de todo o país.

“Quanto mais diversos forem os

servidores e servidoras públicas,

mais eles conhecem a nossa realidade,

mais eles trazem outras formas

de olhar a política pública”, disse

a ministra da Gestão e da Inovação

em Serviços Públicos, Esther

Dweck.

MINAS GERAIS

Em Minas Gerais, a mobilização

será significativa:

Total de pessoas candidatas

inscritas: 51.142

Percentual em relação ao total

nacional: 6,75%

Número de locais de prova: 85

Principal polo de aplicação:

PUC Minas – Campus Coração Eucarístico

com 8.428 inscritos

Bloco mais concorrido: Bloco 5

– Administração com 12.503 participantes

Número de cidades onde serão

aplicadas as provas: 26

Municípios com locais de provas:

Almenara, Araçuaí, Araxá, Belo

Horizonte, Betim, Contagem, Curvelo,

Diamantina, Divinópolis, Governador

Valadares, Ipatinga, Itajubá,

Ituiutaba, Janaúba, Januária, Juiz de

Fora, Lavras, Montes Claros, Muriaé,

Paracatu, Passos, Patos de

Minas, Pirapora, Teófilo Otoni, Uberaba

e Uberlândia.

DISTRIBUIÇÃO DAS

VAGAS EM MINAS

O CPNU 2 representa oportunidade

concreta de ingresso em cargos

federais com lotação em Minas

Gerais. Há vagas específicas para

o Estado na Agência Nacional de

Mineração (ANM), Agência Nacional

de Petróleo (ANP), Instituto Nacional

do Seguro Social (INSS) e

Ministério do Desenvolvimento

Agrário (MDA). O interesse da maioria

dos participantes, contudo, se experivolta

para oportunidades de âmbito

nacional, com destaque para as vagas

de nível superior na área de

Administração.

As vagas regionais mencionadas

no texto referem-se aos órgãos

federais que têm sede nas respectivas

localidades até o momento. No

entanto, isso não impede que novos

postos regionais sejam abertos

futuramente por órgãos com presença

nacional, como o INSS, Ministério

da Defesa e o Ministério da

Gestão e da Inovação em Serviços

Públicos (MGI), que contam com

unidades descentralizadas em diferentes

estados. A definição final das

vagas regionais pode ser atualizada

conforme as decisões de lotação de

cada órgão.

DIVERSIDADE

O edital do CPNU 2 estabelece

políticas afirmativas que asseguram

reserva de vagas e tratamento equitativo

para grupos historicamente

excluídos.

Em Minas Gerais:

Pessoas negras inscritas:

13.041 inscritos, o que corresponde

a 6,18% do total nacional nesta

categoria.

Pessoas indígenas inscritas:

222 inscritos, o que corresponde a

3,33% do total nacional nesta categoria.

Pessoas quilombolas inscritas:

390 inscritos, o que corresponde a

7,79% do total nacional na categoria.

Pessoas com deficiência inscritas:

1.948 inscritos, o que corresponde

a 6,48% do total naciona

nesta categoria.

ESTRUTURA

Para viabilizar a realização das

provas em Minas Gerais, uma rede

de instituições de ensino foi preparada,

garantindo infraestrutura adequada,

acessibilidade e segurança.

A logística contará com fiscais, aplicadores

e equipes de apoio, além

do monitoramento nacional coordenado

pelo MGI e pela Enap, que

acompanharão em tempo real a

aplicação das provas. Assim como

em todo país, as forças de segurança

do Estado estão apoiando a

realização do CPNU 2, tanto no

transporte das provas, como nos

locais de sua realização.

SERVIÇO:

Data da prova objetiva: 5 de

outubro de 2025

Horários:

Nível Superior: das 13h às 18h

(horário de Brasília)

Nível Intermediário: das 13h às

16h30 (horário de Brasília)

Fechamento dos portões:

12h30 (horário de Brasília)

Diferença de fuso horário: em

Minas Gerais, que segue o horário

oficial de Brasília, os portões serão

fechados às 12h30 (horário local).

Documentos aceitos: originais

com foto, inclusive versões digitais

nos aplicativos oficiais GOV.BR

(CNH, e-Título, Carteira de Identidade

Digital). Não serão aceitas cópias,

fotos ou capturas de tela.

O Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2), coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), e executado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), terá forte impacto em Minas Gerais. Ao todo, 51.142 pessoas candidatas confirmaram inscrição para a prova objetiva, que será realizada neste domingo (5/10) em 26 municípios, quatro dos quatro no Norte de Minas.

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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