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Prefeitura fortalece agricultura familiar ao comprar alimentos

A Prefeitura está se preparando para receber os alunos da Rede Municipal de Ensino para o início de um novo ano escolar

A Prefeitura está se preparando para receber os alunos da Rede Municipal de Ensino para o início de um novo ano escolar. São quase 33 mil crianças e adolescentes que frequentarão as 106 unidades de ensino do Município localizadas na área urbana e na zona rural de Montes Claros. Desta forma, conforme determina a legislação, estão sendo realizados diversos processos de licitação para a compra dos alimentos que serão utilizados na confecção da merenda escolar.

Na última semana, por exemplo, foram realizadas sessões de quatro processos de chamamento público com o objeto de adquirir gêneros alimentícios da agricultura familiar para atender ao Programa de Alimentação Escolar no exercício de 2024, como carne suína (50.000 kg), bovina (200.000 kg) e de frango (170.000 kg); vagem (3.500 kg), rúcula (1.000 kg), pimentão (5.000 kg), açúcar (11.000 pacotes de 5 kg), amendoim (2.000 embalagens de 500 gramas), manteiga (18.000 potes de 500 gramas) e iogurte (23.000 embalagens de 850 gramas), entre outros itens.

Os gêneros alimentícios foram previstos para o atendimento do cardápio da Alimentação Escolar confeccionado pela Coordenação de Nutrição e Segurança Alimentar da Secretaria Municipal de Educação. Os fornecedores deverão entregar os produtos quando solicitados através de ordem de compra, em prazo não superior a 5 dias corridos. Os produtos, no momento da entrega, serão inspecionados por servidores para a verificação de quesitos como tipo, qualidade e peso.

O volume de alimentos adquiridos pelo Município é justificável tendo em vista a grande quantidade de estudantes atendidos. Os cerca de 33 mil alunos matriculados na Rede Municipal (creche, pré-escola, Ensino Fundamental, Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos) em 2024 deverão fazer mais de 44 mil (algumas etapas fazem duas refeições por dia, outras apenas uma, como é o caso do EJA) e não se pode esquecer dos 129 alunos com restrições alimentares (a leite, carne suína, amendoim…) ou com doenças como diabetes e fenilcetonuria, que carecem de uma atenção especial na produção de suas refeições.

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