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MPF acompanha avanço de projeto que investe valores para parques

O PARQUE Nacional Cavernas do Peruaçu, no Norte de Minas, é um dos contemplados

O Ministério Público Federal (MPF) recebeu o 3º Relatório Trimestral de Atividades e Monitoramento do Projeto G7 Parques Nacionais. O projeto é fruto do acordo assinado em 2020, que prevê a destinação de R$ 250 milhões para viabilizar o fortalecimento das unidades de conservação e o incremento da atividade ecoturística. Os recursos têm origem nas multas aplicadas à Vale após o rompimento das barragens em Brumadinho em 2019.

Do valor total de investimentos, R$ 150 milhões são destinados a sete Parques Nacionais em Minas Gerais: Serra da Canastra, Caparaó, Serra do Cipó, Serra do Ganda-rela, Cavernas do Peruaçu, Grande Sertão Veredas e Sempre-Vivas. O acordo busca permitir que cada parque cumpra seu propósito de criação e atue de forma efetiva na proteção ambiental e na promoção do turismo.

O projeto está sendo implementado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e pelo Fundo Brasileiro para a Conservação da Biodiversidade (Funbio), com o envolvimento da Vale S.A. e sob o monitoramento do MPF. O 3º relatório trimestral aponta as ações realizadas entre 6 de junho e 5 de setembro de 2025 da gestão dos recursos provenientes do acordo. O documento mostra a conclusão do processo de planejamento das Unidades de Conservação (UCs) e a execução de R$ 4,7 milhões em recursos até o final de agosto.

A execução tem se concentrado na aquisição de bens para estruturação dos parques, seguida de modalidades relacionadas à operacionalização, como cartões de combustível, alimentação e manutenção, cuja implantação foi finalizada no período. Além disso, o relatório destaca a ativação dos Planos Operativos Anuais (POAs) para os Parques Nacionais do Caparaó e Cavernas do Peruaçu. A ativação dos planos liberou solicitações automáticas de bens que totalizaram R$ 1,3 mi para a operacionalização imediata das unidades.

INFRAESTRUTURA E GESTÃO DE PESSOAL

A execução de obras e reformas nas unidades recebeu atenção nesses três meses. A Coordenação de Obras e Projetos de Engenharia e Arquitetura (Copea/ICMBio) finali-zou a elaboração dos partidos arquitetônicos das demandas de obras para os Parques Nacionais Grande Sertão Veredas, Serra do Cipó e Caparaó. O relatório também aponta que os Termos de Referência (TDRs) para contratar os escritórios de arquitetura que desenvolverão esses projetos estão em fase final de desenvolvimento pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

Além disso, o primeiro TDR para contratação de empresa para demarcação de terras e georreferenciamento de imóveis rurais avançou, começando pelo Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Esse levantamento é crucial, pois a incerteza sobre os limites impede iniciativas de gestão, pode aumentar conflitos LINHA ABERTA locais e é um obstáculo para a liberação de outros recursos de compensação necessários para a desapropriação de imóveis internos.

O documento ainda destaca o reforço no quadro funcional. No mês de julho, houve a destinação de 15 novos servidores de nível superior do ICMBio para atuar no projeto. Além disso, a força de trabalho de Agentes Temporários Ambientais (ATAs) foi ampliada, resultando em um quadro de 21 ATAs que darão apoio à gestão de O muito querido Padre Ivan Clementino, em momento de missa na capela Nossa Senhora de Fátima. (foto/Fátima Turano) cientização e prevenção ao câncer de mama. . Governos municipais, estaduais e federal passaram dos R$4 trilhões em gastos só em 2025, aponta levantamento do Gasto Brasil. Enquanto isso, diz o Impostômetro, arrecadaram “apenas” R$ 3 trilhões em impostos. . Vinte e cinco produtores rurais gaúchos cometeram suicídio, só este ano, por conta de dívidas. O abandono do governo que se recusa a atender as reivindicações dos produtores, colabora. . Neste domingo (12/10) Montes Claros sediará a 2ª Fase do Torneio Mineiro de Karatê, promovido pela Federação Mineira de Karatê (FMK), no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. . A competição, que começará às 8h, reunirá atletas de diversas regiões do Estado e contará com a presença dos alunos da Praça de Esportes, que representarão o município sob a orientação do Sensei Alex Freitas. . Abraços para a antiga colega de TV, Gal Bernardo, aniversariante de hoje. Parabéns!!! uso público e às demandas do projeto.

PRÓXIMAS ETAPAS

 Com o objetivo de assegurar a manutenção dos benefícios obtidos no longo prazo, o Funbio iniciou o desenvolvimento da modelagem de custos para o mecanismo financeiro que subsidiará a Fase 2 do Projeto G7. Foram estabelecidos cenários financeiros e diferentes níveis de apoio, incluindo uma reserva de emergência para situações como incêndios de grandes proporções. Para o próximo trimestre, estão previstas a realização de um novo encontro de gestores em novembro de 2025, no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, além de duas atividades de capacitação dos novos servidores que atuarão no projeto.

O MPF ressalta a importância da gestão transparente dos valores investidos no Projeto G7

Nesse sentido, o procurador da República Carlos Bruno Ferreira da Silva enfatizou que “os recursos do Projeto G7 Parques Nacionais são públicos, pois derivam de multas aplicadas pelo Ibama à Vale”. Segundo ele, é fundamental que haja rigor total na governança e na prestação de contas, assegurando que este investimento traga os benefícios esperados para a proteção da biodiversidade e o turismo sustentável nas unidades de conservação.

O PARQUE Nacional Cavernas do Peruaçu, no Norte de Minas, é um dos contemplados

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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