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MinasCoop será apresentado na cidade

O superintendente do Sistema Ocemg, Alexandre Gatti, estará em Montes Claros, no dia 14 de junho, para a apresentar o Programa MinasCoop Energia, tendo em vista a construção das pautas que serão discutidas no “Seminário Técnico sobre Crise Climática e seus Impactos em Minas Gerais”

O superintendente do Sistema Ocemg, Alexandre Gatti, estará em Montes Claros, no dia 14 de junho, para a apresentar o Programa MinasCoop Energia, tendo em vista a construção das pautas que serão discutidas no “Seminário Técnico sobre Crise Climática e seus Impactos em Minas Gerais”, que será promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em agosto, em Belo Horizonte. Trata-se de um amplo movimento envolvendo setores público e privado que está mantendo Minas Gerais na vanguarda em geração de energia fotovoltaica no Brasil.

Neste 29 de maio, quando se comemora o Dia Mundial da Energia, o Estado se posiciona como gerador de um quinto da energia solar do país, num patamar de 8 GW de produção atingidos no mês de abril, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Na esfera pública, parte desse protagonismo se deve a ações de estímulo à geração de fontes energéticas limpas e renováveis.

No campo privado, setores como o cooperativismo têm feito a diferença ao abraçar a sustentabilidade e promover investimentos para ampliar a participação da energia solar na matriz energética nacional. “As cooperativas estão totalmente engajadas no propósito de contribuir para a redução dos efeitos climáticos que estão provocando tragédias no mundo inteiro. Somos parceiros nisso e temos projetos que são referência em geração de energia limpa e sustentável”, explica o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato.

A entidade é uma das organizações convidadas a participar dos encontros preparatórios para o “Seminário Técnico sobre Crise Climática e seus Impactos em Minas Gerais”, que será promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) em agosto, em Belo Horizonte. As reuniões, que já foram realizadas em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha – que em novembro do ano passado registrou a marca de 44,8°C, maior temperatura da história de medições do País –, e em Itajubá, no sul de Minas, acontecerão também em Juiz de Fora, Governador Valadares, Montes Claros, Uberlândia e Unaí.

“Fomos convidados devido à nossa experiência e a todo o conhecimento que podemos compartilhar, como o Programa MinasCoop Energia, que temos desenvolvido junto com nossas cooperativas”, afirma o assessor institucional do Sistema Ocemg, Geraldo Magela da Silva. O encontro preparatório de Montes Claros, que ocorrerá no dia 14 de junho, contará com a presença do superintendente do Sistema Ocemg, Alexandre Gatti, que apresentara o Programa MinasCoop Energia, tendo em vista a construção das pautas que serão discutidas no evento de agosto.

Em Itajubá, a Cooperativa Regional dos Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé) apresentou seu projeto Minas D’Água, iniciativa pioneira que cuidará da preservação do rio que abastece o município. A coop está recuperando 290 hectares de áreas de preservação permanente.

MINASCOOP

O Sistema Ocemg, signatário do Pacto Global, lançou o Programa MinasCoop Energia em 2021. A proposta da entidade era implementar uma ação que tivesse uma abordagem preventiva aos desafios ambientais, mas também buscasse de forma ativa um modo de reduzir os impactos negativos ao meio ambiente e promover a adoção de práticas sustentáveis pelo principal elo de sua cadeia de valor, as cooperativas. Assim, o MinasCoop Energia vem estimulando, ano a ano, um crescimento significativo na geração de energia sustentável nas cooperativas mineiras.

A proposta do programa é incentivar a instalação de usinas fotovoltaicas nas cooperativas e a doação de parte da energia gerada a instituições de assistência social. A iniciativa tem dado resultados, e já conseguiu gerar investimentos de R$ 37,6 milhões para a construção de 68 usinas, por 38 cooperativas mineiras. Juntos, esses empreendimentos produzem 78,8 MGW de energia limpa, dos quais 2,3 milhões de KW/hora são doados anualmente para 53 instituições, beneficiando mais de 4 milhões de pessoas.

São 46 cidades contempladas com a instalação das usinas e a geração de 600 empregos diretos. Além disso, 172 novas usinas estão em processo de entrada no programa. Números que, no que depender do caráter inovador do programa – que já foi apresentado na Conferência das Partes sobre Mudanças do Clima (COP26) e já levou o Sistema Ocemg às edições de 2022 (COP27) e 2023 (COP28) desse mesmo evento, como parceiro estratégico do Estado de Minas Gerais no combate às ações climáticas –, só tendem a subir.

MinasCoop será apresentado na cidade
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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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