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Minas não para de avançar na exploração da energia solar

Minas avança cada vez mais na exploração da energia solar no país

Com o avanço das mudanças climáticas, a busca por fontes de energia limpa tem se tornado importante missão em escala global. Neste sentido, o Governo de Minas tem feito a sua parte, com o tema integrando um dos principais pilares da atual gestão: a transição energética sustentável. Neste mês, em viagem a Baku, capital do Azerbaijão, o governador Romeu Zema, do Novo, anunciou novo compromisso para a política de descarbonização ao oficializar a meta intermediária de redução em 30% das emissões líquidas de CO2 até 2030.

E uma das formas de se alcançar esse objetivo e que já traz resultados está em uma riqueza natural de Minas: o Sol. Impulsionado por políticas públicas de incentivo, como o Projeto Sol de Minas, o estado atingiu este mês a marca de 10 GW de potência fiscalizada em energia solar fotovoltaica. O número é um marco no protagonismo sustentável exercido por Minas e representa a possibilidade, por exemplo, da substituição das três maiores geradoras de energia elétrica de base fóssil em operação no país: Petrobras, Eneva e UTE GNA I, que, juntas, totalizam 8,5 GW.

Em termos de benefícios ambientais, a capacidade de energia solar gerada no estado pode evitar a emissão de até 13,5 mil toneladas de CO por ano, se comparado ao carvão, o que equivale à retirada de mais de 7 milhões de carros de circulação.

“Minas Gerais é líder na produção nacional de energia limpa e renovável, resultado de ações e projetos implementados pelo meu governo desde 2019, como o projeto ‘Sol de Minas’, que incentiva empreendimentos dessa natureza e atrai empresas do setor. Graças a essa iniciativa, todos os 853 municípios do estado contam, pelo menos, com uma unidade de geração de energia solar fotovoltaica”, explica o governador Romeu Zema, do Novo.

“Esse é o reflexo dos investimentos privados atraídos para o estado no setor, que, incentivados por políticas públicas do Governo de Minas, aumentaram de quase R$ 6 bilhões para mais de R$ 80 bilhões nos últimos seis anos”, destaca o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Fernando Passalio.

SOL TRAZ PROSPERIDADE – Minas Gerais possui 320 mil sistemas de Geração Distribuída, que funcionam graças às empresas que fornecem soluções para o setor. A Solar Energia, localizada em Curvelo, na região Central do estado, atua na instalação de usinas solares fotovoltaicas e atende, em maior escala, produtores rurais da região do Norte de Minas.

“Como o sonho de adquirir bens como a casa e o carro próprios, hoje, aqui no Norte de Minas, as pessoas dizem ter o desejo de produzir a própria energia, e, o melhor, de forma sustentável”, destaca o diretor da Solar Energia, Gabriel Henrique. Em Pirapora, a Red Sol, que atua no ramo desde 2014, tem aproveitado o momento assertivo do mercado de energia solar atraindo investidores de outros países para o estado.

“Com as políticas públicas que foram implantadas, como a isenção do ICMS, Minas despontou no seguimento da energia solar fotovoltaica. Hoje temos investidores da França, Espanha e dos Estados Unidos”, conta o diretor da Red Sol, Witer Morais.

Para o subsecretário de Atração de Investimentos e Cadeias Produtivas, Frederico Amaral, Minas tem colhido frutos de um trabalho pautado nos esforços feitos frente à pauta de descarbonização.

“O Governo de Minas está comprometido com a descarbonização da economia mineira, e um grande exemplo disso são os 10 GW de energia solar fotovoltaica gerados no estado recentemente. Esse marco reflete a efetividade do programa Sol de Minas”, destaca Amaral.

FOMENTO À ECONOMIA VERDE – Além da energia solar, diversos outros setores são beneficiados pelas ações que vêm sendo realizadas pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), voltadas para o fomento da economia verde e para a diversificação de fontes limpas.

Entre elas está a recente assinatura realizada pelo Governo de Minas de Memorando de Entendimento (MoU) com a empresa chinesa FTXT (GWM Hydrogen) e a Universidade Federal de Itajubá (Unifei), que prevê a cooperação para a criação de infraestrutura de abastecimento de caminhões movidos a hidrogênio verde que irão operar no primeiro Centro de Hidrogênio Verde do Brasil construído em Itajubá.

MINAS GERAIS NA COP 29 – O Governo de Minas participou da 2ª Edição do Minas Gerais Day, durante a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 29), que acontece entre os dias 11 e 22/11, em Baku, capital do Azerbaijão. Na oportunidade, o estado levou ao centro das discussões experiências bem- -sucedidas e, ainda, a apresentação de iniciativa estratégica para acompanhamento da neutralização das emissões de gases de efeito estufa em Minas Gerais.

Minas avança cada vez mais na exploração da energia solar no país

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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