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Jornalista PCO vai lançar livro de crônicas em Montes Claros

PAULO César e o ex-governador Antonio Anastasia

Montes Claros se manteve na quinta colocação no ranking estadual de abertura de empresas. Com mais 172 formalizações em setembro, o munício chegou ao total de 1.945 firmas abertas em 2025. Belo Horizonte segue na primeira posição, seguida por Uberlândia, Contagem e Juiz de Fora. Atrás de Montes Claros vêm Uberaba, Betim, Divinópolis, Ipatinga e Governador Valadares.

Quando o assunto é o Estado, Minas Gerais tem se aproximado de um recorde histórico na abertura de empresas. Entre janeiro e setembro deste ano, o Estado já somou 87.913 novos negócios formalizados, o que representa alta de 17,95% em comparação com o mesmo período de 2024 (74.536). Somente em setembro, 9.255 novos negócios foram formalizados, ou seja, mais de 300 empresas abertas por dia.

O destaque regional segue nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, que apresentaram o melhor desempenho proporcional, com alta de 28,80% no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2024. Na sequência, aparecem as regiões Central (20,02%), Norte de Minas (19,86%), Centro-Oeste (18,28%), Zona da Mata (16,94%), Triângulo (14,26%), Sul de Minas (13,62%), Alto Paranaíba (13,12%) e Noroeste (8,65%).

Os dados integram o relatório mensal de registros mercantis produzido pela Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), autarquia vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) do Governo de Minas, divulgado na última quinta-feira (9/10).

DESBUROCRATIZAÇÃO

“O crescimento expressivo na abertura de empresas mostra que as políticas de desburocratização e de simplificação dos processos estão dando resultado. Nosso compromisso é garantir agilidade, segurança e liberdade para quem empreende em Minas”, destaca a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Correa da Costa.

“Tivemos saldo positivo em todos os meses do ano. Essa performance reflete a confiança dos empreendedores no ambiente de negócios de Minas, mesmo diante de cenários muitas vezes incertos na conjuntura global”, afirma a presidente da Jucemg, Patrícia Vinte Di Iório.

 VALES LIDERAM

Os Vales do Jequitinhonha e Mucuri também se destacaram em setembro, com alta de 21,32% em relação ao mesmo mês do ano passado, seguidos das regiões CentroOeste (18,49%), Central (12,78%), Zona da Mata (10,15%), Rio Doce (4,51%) e Norte de Minas (1,22%). O aumento na criação de novos empreendimentos no Estado tem relação direta com a melhoria do ambiente de negócios promovida, especialmente, por meio do programa Minas Livre Para Crescer (MLPC).

O programa tem garantido que os municípios mineiros adotem medidas alinhadas aos princípios da Lei da Liberdade Econômica, com apoio de instrumentos como o Novo Decreto Estadual de Liberdade Econômica, e do canal Simplifique Minas Livre para Crescer, que permite identificar e propor melhorias para reduzir a burocracia e fortalecer o ambiente de negócios no Estado. Outra iniciativa recente é a implantação, pela Jucemg, da aprovação tácita para registros de armazéns, que garante a liberação automática de solicitações para abertura de empresas caso os prazos não sejam cumpridos pelo órgão.

INDÚSTRIA SE DESTACA

Na análise por segmento, o setor de serviços foi o que mais cresceu no acumulado do ano, com 65.377 empresas abertas e alta de 20,64% em comparação aos nove primeiros meses de 2024. O comércio aparece em seguida (10,80% e 18.515 registros), seguido da indústria (10,74% e 4.020 registros). Em setembro, o setor industrial apresentou alta de 17,82% frente ao mesmo

mês de 2024, seguido por serviços (9,71%) e pelo comércio (-1,80%).

RANKING MUNICIPAL

Belo Horizonte já acumula 21.495 novas formalizações em 2025, alta de 7,94% em relação ao mesmo período de 2024 (19.913). Somente em setembro, a capital registrou 2.573 novos negócios, aumento de 15,95% frente a setembro de 2024 (2.219). Na sequência aparecem: Uberlândia (513 em setembro e 5.070 no ano); Contagem (338 e 2.984); Juiz de Fora (241 e 2.383); Montes Claros (172 e 1.945); Uberaba (172 e 1.649); Betim (171 e 1.703); Divinópolis (134 e 1.238); Ipatinga (124 e 1.058); e Governador Valadares (123 e 1.124).

ENCERRAMENTOS No acumulado do ano, foram registradas 66.501 extinções, variação de 46,65% em comparação com 2024 (45.346). Deste total, 6.448 empresas encerraram as atividades em setembro, aumento de 52,69% em relação ao mesmo mês de 2024 (4.223). O balanço da Jucemg registra empresas de qualquer porte, exceto os Microempreendedores Individuais (MEIs), cujas inscrições são feitas diretamente no Portal do Empreendedor, do Governo Feder

PAULO César e o ex-governador Antonio Anastasia

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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