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IFNMG aoferta 270 vagas em cursos gratuitos na área de aquicultura no Norte de Minas

Cursos serão ofertados pelo IFNMG em Montes Claros e Janaúba, na região norte-mineira

Cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), gratuitos e presenciais, de Aquicultor, de Operador de Beneficiamento de Pescado e de Agente de Desenvolvimento Cooperativista serão ofertados pelo Instituto Federal do Norte de Minas (IFNMG) em Montes Claros, Janaúba, Capelinha e Itaipé. A qualificação é voltada à produção aquícola para integrantes de grupos sociais envolvidos na aquicultura.

A seleção de estudantes será feita por ordem de inscrição, conforme as regras do Edital nº 935/2024, que está com chamada pública para preenchimento de 270 vagas pelo Bolsa Formação – Programa Aquicultura. O período de inscrições é neste sábado (5) a 27 deste mês. O objetivo da iniciativa consiste em ampliar as oportunidades de crescimento profissional, fortalecer os arranjos produtivos locais e melhorar a infraestrutura de negócios ligados à atividade aquícola.

Nas cidades de Janaúba, Capelinha e Itaipé, será ofertado o curso de Aquicultor; ainda em Janaúba, também será ofertado o curso de Agente de Desenvolvimento Cooperativista; e, por fim, em Montes Claros, haverá a oferta do curso de Agente de Beneficiamento de Pescado. Veja, a seguir, o quadro detalhado das vagas.

Acesse o Edital nº 935/2024, que trata da seleção simplificada de discentes/ estudantes para o curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) de Aquicultor, Operador de Beneficiamento de Pescado e de Agente de Desenvolvimento Cooperativista do Programa Aquicultura nos campi Janaúba, Montes Claros e Teófilo Otoni.

Os interessados em participar do curso deverão ter, no mínimo, ensino fundamental I (1º a 5º ano ou antigas 1ª a 4ª série do ensino fundamental) e serem maiores de 18 anos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no período de 05/10 a 27/10/2024, por meio de formulário eletrônico, utilizando um dos links abaixo, conforme o campus de oferta.

Formulário de inscrição – Campus Janaúba: Aquicultor e Agente de Desenvolvimento Cooperativista

Não serão aceitas inscrições de candidatos com informações incompletas. Encerrado o período de inscrição e após verificado o atendimento às condições, os candidatos que estiverem dentro do limite de vagas, serão convocados para apresentarem a documentação descrita no Edital nº 935/2024 para efetivarem a matrícula.

CURSOS

O aluno receberá um auxílio para transporte e alimentação no valor de R$ 3,50 por hora de curso. A carga horária cumprida pelo aluno será comprovada pela frequência nas aulas ao longo de cada mês. Os cursos serão ofertados no período noturno, de segunda a sexta-feira, entre os meses de novembro de 2024 e março de 2025. Os cursos contarão com aulas expositivas e recursos audiovisuais, estimulando sempre o debate de temas discutidos e a realização de pesquisas bibliográficas. A avaliação será contínua, considerando-se, inclusive, a assiduidade, a pontualidade, a participação nas atividades, bem como a realização das atividades teóricas e práticas.

Também podem ser realizadas visitas técnicas às produções aquícolas do campus ou dos produtores e empresas da área, conforme disponibilidade de recursos e infraestrutura. A carga horária é 160h para o curso de Aquicultor e Agente de Desenvolvimento Cooperativista e de 200h para o curso de Operador de Beneficiamento de Pescado.

As inscrições podem ser feitas de 05/10 a 27/10/2024, e a seleção é por ordem de inscrição. Antes de iniciar a sua inscrição é importante que você leia o Edital nº 935/2024. Fique atento às publicações na página: Editais Curso de Qualificação Profissional em Aquicultura.

A aquicultura é uma atividade produtiva que tem sido mostrada crucial para o desenvolvimento econômico sustentável, a segurança alimentar e a geração de empregos em diversas regiões do mundo. De acordo com o Edital nº 935/2024, o projeto de aquicultura é um importante passo para o desenvolvimento sustentável da aquicultura no Brasil. Tem o potencial de contribuir para a melhoria da produtividade, da qualidade e da competitividade da produção, além de promover o acesso ao mercado para produtos da aqui cultura brasileira.

Ao fornecer treinamento especializado, a região do Norte de Minas Gerais pode se posicionar estrategicamente para atender à demanda crescente de peixes, aproveitando oportunidades econômicas emergentes e ao capacitar a mão de obra local em aquicultura, o projeto contribuirá para o desenvolvimento sustentável da região, equilibrando as dimensões econômicas, sociais e ambientais. Isso resultará em comunidades mais resilientes e preparadas para enfrentar os desafios futuros.

O Bolsa Formação – Programa Aquicultura será desenvolvido no âmbito da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) do IFNMG. Caso exista qualquer dúvida acerca das instruções contidas no Edital nº 935/2024, o candidato pode enviar mensagem à Comissão Responsável pelo edital, através do e-mail selecao.fadetec@gmail.com.

Cursos serão ofertados pelo IFNMG em Montes Claros e Janaúba, na região norte-mineira

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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