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Academia Feminina de Letras em possa 4 novas escritoras

ACADEMIA Feminina de Letras empossou quatro novas escritoras

Necessário se faz registrar para a memória da cidade a festiva solenidade de posse de quatro novas acadêmicas na Academia Feminina de Letras de Montes Claros (AFLMC). No mesmo evento, com participação de seleto público comemorou-se o aniversário de 16 anos da entidade e procedeu-se ao lançamento da sua antologia anual com textos das acadêmicas que a compõem. A instituição fundada pela saudosa intelectual e escritora Yvone Silveira teve sua fundação em setembro de 2009 e vem tendo atuação muito produtiva, enriquecendo a prática e a disseminação da boa literatura da cidade e região norte-mineira.

Já passaram pela sua presidência as escritoras Glorinha Mameluque, Marta Verônica Leite, Evany LINHA ABERTA Calábria, Ângela Vera Tupinambá, Felicidade Patrocínio, Terezinha Campos, Júnia Rebelo e, atualmente, está sob a boa gestão da presidente Catarina Caldeira.

Entre as conquistas, a Academia cita as publicações de antologias com artigos de suas acadêmicas, em todas as gestões; a criação da Medalha Yvone Silveira, para premiação anual a uma mulher de destaque na cultura da cidade (na gestão de Glorinha Mameluque), a criação da Biblioteca do Autor Montesclarense, com mais de 2 mil títulos diferentes (gestão de Felicidade Patrocínio), a instalação da sede própria em prédio cedido pela prefeitura, que a academia restaurou e adaptou com esmero para tal (gestão de Felicidade Patrocínio), a implementação e continuidade anual do Festival Literário do Autor Montes-clarense (FLAN), iniciada na gestão de Júnia Rebelo.

No último dia 11, a presidente Catarina Durães Caldeira e suas confreiras prepararam com muita dedicação uma reunião especial, que aconteceu na sede da AFFEMGG em Montes Claros. Após composição da mesa, todos de pé, o hino a Montes Claros foi executado e cantado pela musicista Lucinha Macedo.

Com belo di-curso, a presidente iniciou a grande celebração, onde aconteceram as posses das novas acadêmicas e-critoras: Nívea Alves de Almeida, Zelita Santos Oliveira, Jacqueline Beatriz Teixeira Barbosa e Maria Helena Gonçalves Fonseca. À medida em que eram chama-das para tomar posse, a secretária Felicidade Patrocínio, em leitura fluente, dava a conhecer uma sín-tese dos seus ricos currículos.

  Após assinaturas e recebimento das pelerines (abotoadas pelas madri-nhas), com bordado simbólico que remete à Academia, cada nova acadêmica fez seu discurso. O momento foi de grande importância devido ao alto nível dos discursos apresentados. Todas elas desta-caram a importância desta partici-pação em suas vidas e se compro-meteram a oferecer a contribuição necessária ao engrandecimento da instituição.

Na segunda parte da reunião foi lançada a nova antologia “Para ler e viajar”, produzida pelas acadêmicas. O lançamento foi feito com muita arte e originalidade pela acadêmica Cyntia Pinheiro, que entremeou a citação de frases de cada artigo publicado com canções, conectando-as, entrelaçando-as de forma coerente e muito criativa, inspirando risos e alegria. Completando este momento, a acadêmica Rita de Cássia Dionísio leu seu artigo da antologia lançada, que era ao mesmo tempo uma homenagem ao pai que aniversariava no dia. Discursaram representantes de instituições culturais que se faziam presentes. Ao final, ocorreu uma explosão de alegria na confraternização geral, nos abraços e cumprimentos às acadêmicas novatas e aos convidados ao redor de uma lauta mesa de petiscos refinados e sucos coloridos.

O registro fotográfico que não poderia faltar para eternizar momentos de tão grande philia, foram, como sempre, providenciados com competência pela servidora da cultura montes-clarense Silvana Mameluque. Para maior encantamento de todos, a presidente Catarina Caldeira encerra o buffet, aparecendo à frente de todos com uma bandeja de finos bombons de chocolate branco, em forma de pequenos livros com o silk colorido da capa da antologia lançada. Beleza e gostosura ao mesmo tempo marcaram a noite.

ACADEMIA Feminina de Letras empossou quatro novas escritoras

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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