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Encontro regional debate assistência social

Foi realizado no Portal do Desenvolvimento em Salinas, encontro regional para debater acerca das entidades de assistência social e o vínculo com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

Foi realizado no Portal do Desenvolvimento em Salinas, encontro regional para debater acerca das entidades de assistência social e o vínculo com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS). O evento contou com a presença de representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese) e da Regional do município, além de equipes técnicas do SUAS, secretários e gestores da regional do Alto Rio Pardo.

Durante o evento, foi destacado pela subsecretária da Sedese, Mariana Franco, a necessidade de se distinguir a assistência social, as políticas públicas e o desenvolvimento social, esclarecendo cada um desses conceitos para evitar confusões. A prefeitura também enfatizou a importância dessas políticas públicas para a cidade e do desejo que os prefeitos das cidades vizinhas e das regionais conheçam de perto e compreendam a importância social de trabalhos como o da Guarda Mirim.

O evento reuniu técnicos e trabalhadores da rede governamental e não governamental para discutir caminhos para o fortalecimento da relação das entidades e organizações com o SUAS. A secretária adjunta de Desenvolvimento Social, Mariana Franco fez a abertura do evento e reafirmou o “compromisso, apoio e atuação conjunta da Sedese com as organizações da sociedade civil para fortalecimento no Estado”. Esta foi uma oportunidade para os agentes públicos que atuam na gestão do Suas reconhecerem a importância de Organizações da Sociedade Civil (Osc’s) para a consolidação da política de assistência social e os desafios na relação entre o poder público e a rede privada.

O tema desse evento marca a discussão dessa relação histórica da parceria público-privada do SUAS, sendo um momento que marca o compromisso da Sedese em realizar o apoio técnico, tanto para os órgãos gestores e conselhos municipais quanto para essa rede socioassistencial governamental e não-governamental, para qualificar essas ofertas para o público em situação de vulnerabilidade social e violação de direitos em todo o município salinense.

A política da Assistência Social é implementada por um sistema participativo, democrático e republicano, onde tudo é pactuado. Este é um momento de extrema relevância para pactuarmos as questões dentro do Suas, como o custo e o financiamento, e da cobertura das ofertas no momento em que o país passa por novos agravamentos e problemas. É um momento de união do governo federal, dos governos estaduais e municipais para que de fato a gente dê conta de garantir a proteção social para as populações vulnerabilizadas.

Além de discutir a relação do Suas com essas entidades, o evento também cumpriu o papel orientador junto aos municípios para inscrição das organizações nos Conselhos Municipais de Assistência Social (CMAS) e no Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social (Cneas). Isso porque, segundo o Cneas, cerca de 5 mil Osc’s atuam em Minas Gerais. No entanto, somente 3.702 dessas organizações estão com cadastro concluído no CNEAS, etapa fundamental para o reconhecimento legal das atividades desenvolvidas pelas entidades na lógica do Suas. O Cadastro no Cneas possibilita ainda que as organizações da sociedade civil tenham acesso a recursos financeiros destinados à assistência social.

O apoio técnico oferecido pela Subas compreende a política de aproximação e qualificação da Sedese junto aos municípios, com intuito de promover e melhorar a articulação das ofertas públicas e privadas do Suas, bem como orientar e apoiar gestores municipais e as entidades de assistência social para uma melhor relação dessa parceria, fundamentais para a que serviços públicos de qualidade cheguem às famílias, sobretudo aquelas em situação vulnerabilidade social.

A secretária de Assistência Social de Salinas, Elge Valéria destacou que o encontro surgiu da necessidade de sanar dúvidas e compreender a atuação ligada ao trabalho das entidades e o SUAS em Salinas. O encontro regional representa um passo importante em direção ao fortalecimento das políticas públicas e ao desenvolvimento social na região #DesenvolvimentoSocial #PolíticasPúblicas #Salinas, destacaram.

Encontro regional debate assistência social
O SUAS foi discutido no Portal do Desenvolvimento do município com representantes da Sedese e Regional no Alto Rio Pardo

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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