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Varginha lança parque tecnológico 

 

COLUNA MG

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Varginha lança parque tecnológico

Conexão entre mercado e universidade para impulsionar o ambiente de inovação mineiro, transferência de tecnologia e melhora do setor produtivo. Esses são os objetivos do Parque Tecnológico de Varginha, o primeiro 100% privado de Minas Gerais e o 9º no estado, lançado na semana que passou no município. Localizado dentro do Porto Seco Sul de Minas, estação aduaneira que contempla diversas empresas, e financiado pela administração do local, o parque conta com o apoio do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e terá, entre seus principais focos, o estímulo à pesquisa em cafeicultura, atividade-chave na economia da região. (Blog do Madeira – Varginha – Foto: Divulgação)

https://blogdomadeira.com.br/parque-tecnologico-de-varginha-vai-impulsionar-ambiente-de-inovacao-em-minas/

 

Arcos gastou R$ 3,2 milhões em shows

Arcos figura em primeiro lugar dentre os selecionados, nos gastos com shows artísticos. Foram R$ 3.258.840,00 para pagar 24 shows/artistas, em quatro anos, dos quais, a maior parte aconteceu nos dois últimos anos 2023 e 2024. Somente nestes dois anos foram R$ 2.980.840,00. Arcos tem uma população pouco superior a 41 mil habitantes. A seguir figura o município de Formiga, com R$ 1.735.500,00 para pagar 14 artistas/shows, de 2021 a 2024. Dos quais, R$ 1.525.500,00 foram pagos em 2023 e 2024. Formiga tem pouco mais de 68 mil habitantes. (Correio do Centro Oeste – Arcos)

https://www.jornalcco.com.br/arcos-empenhou-r-32-milhoes-para-pagamento-de-shows-nos-ultimos-quatro-anos

 

Cidades em situação de emergência

Dezesseis cidades em Minas Gerais, incluindo sete na região Leste do estado, decretaram situação de emergência devido aos danos causados pelas fortes chuvas deste período. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec) informou que 140 pessoas foram desabrigadas e 293 desalojadas. As cidades afetadas incluem municípios como Conselheiro Pena, Alfenas, Carlos Chagas, e São José da Safira. O reconhecimento de situação de emergência permite que os municípios solicitem recursos federais para apoio e reconstrução. Além disso, a Cedec registrou a primeira morte no estado em 2024, uma vítima fatal em Uberlândia, que foi arrastada por uma enxurrada após seu carro ser alagado. (Portal S3 – Nanuque)

https://portals3.com/treze-cidades-em-mg-decretam-situacao-de-emergencia-por-causa-da-chuva-7-estao-no-leste-de-minas/

 

Cultivares de café da Epamig se destacam

As cultivares de café MGS Paraíso 2 e MGS Turmalina, desenvolvidas pela Epamig, se destacaram na 12ª edição do Prêmio de Cafés do Cerrado Mineiro, realizado em Uberlândia, MG. A MGS Paraíso 2 conquistou o 1º lugar na categoria “Café Natural” e o 2º lugar em “Fermentação Induzida”, enquanto a MGS Turmalina ficou em 3º lugar em “Café Natural”. Durante o evento, uma saca de MGS Turmalina foi vendida por um valor recorde de R$ 115 mil. As cultivares, que fazem parte do Programa de Melhoramento Genético da Epamig, destacam-se pela alta qualidade, resistência e potencial de produção, consolidando a importância da pesquisa e inovação no setor cafeeiro de Minas Gerais. (Jornal Andradas Hoje)

https://www.jornalandradashoje.com.br/cultivares-de-cafe-desenvolvidas-pela-epamig-se-destacam-em-premio-do-cerrado-mineiro

 

Lago de Furnas registra o menor volume útil 

O Lago de Furnas, um dos principais reservatórios de Minas Gerais, registrou o menor volume útil dos últimos três anos, atingindo apenas 29% de sua capacidade. Após um período de chuvas, o nível voltou a cair, e atualmente o lago está com 757,3 metros, o que é considerado baixo para sustentar as atividades que dependem dele. Em junho, o nível estava acima de 70%, mas a estiagem nos meses seguintes fez o volume despencar, chegando a esse nível crítico em novembro. A situação tem gerado impactos econômicos significativos, afetando setores como turismo. (Correio Trespontano)

https://jornalcorreiotrespontano.com.br/2024/11/28/lago-de-furnas-registra-o-menor-volume-util-dos-ultimos-3-anos/

 

Coqueluche deixa norte em alerta

Com a confirmação do primeiro caso de coqueluche no Norte de Minas Gerais em 2024, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) Regional de Montes Claros intensifica as orientações para gestores de saúde adotarem medidas preventivas. Até o momento, 28 casos suspeitos foram notificados na região deste ano. O caso confirmado em 21 de novembro envolve um menino de 11 meses, de Francisco Sá, com situação vacinal incompleta. (Gazeta Norte Mineira)

https://gazetanm.com.br/primeiro-caso-de-coqueluche-em-2024-no-norte-de-minas-gera-alerta-para-reforco-na-vacinacao/

 

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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