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População estimada de Montes Claros é de 434.321 habitantes

EM 1º DE JULHO deste ano, Montes Claros chegou à população estimada de 434.321 habitantes, segundo o IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nessa quinta-feira (29/8), as estimativas das populações residentes nos 5.570 municípios brasileiros. Na data de referência de 1º de julho de 2024, o Brasil tinha uma população estimada em 212,6 milhões de habitantes. O estudo é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.

De acordo com o documento, em 1º de julho deste ano, Montes Claros tinha uma população de 434.321 habitantes, 4,85% em relação ao Censo de 2022, que o município tinha 414.240 residentes. A cidade continua como a quinta maior de Minas Gerais, atrás de Belo Horizonte (2.416.339), Uberlândia (754.954), Contagem (649.975) e Juiz de Fora (565.764). Montes Claros está à frente de Betim (429.236), Uberaba (354.142) e Ribeirão das Neves (344.828).

No Norte de Minas, as maiores cidades, demograficamente, são Janaúba (73.281 habitantes), Januária (67.087), Pirapora (57.543), São Francisco (54.239), Bocaiúva (49.668), Salinas (41.641), Porteirinha (38.668), Várzea da Palma (34.639) e Taiobeiras (34.392).

CENÁRIO NACIONAL

 O Brasil tem 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, dos quais 13 são capitais. Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nestas cidades, representando 20,1% do total do país. São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 11,9 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,7 milhões) e Brasília (3,0 milhões). Completam o ranking dos cinco municípios mais populoso Fortaleza (2,6 milhões) e Salvador (2, 6 milhões). Belo Horizonte é a sexta maior cidade do País, com 2.416.339 habitantes. DE BUTUCA NAZARENO DIAS debutuca@ig.com.br – nazadiaz@yahoo.com.br FENICS 2024 A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Montes Claros (ACI) realiza entre os dias 12 a 15 de setembro, a 29ª edição Feira Nacional da Indústria, Comércio e Serviços (Fenics), no Parque de Exposições João Athayde. A feira é um dos mais importantes eventos do Norte de Minas e deve atrair cerca de 100 milhões de reais em negócios. Nesta edição, a ACI fará o lançamento do 1º Festival de Gastronomia, ACI mostrando o que há de melhor na gastronomia regional. AGOSTO LARANJA Desde 2014, o mês de agosto ganhou cor em prol da conscientização da doença autoimune que mais acomete jovens adultos em todo o mundo: a Esclerose Múltipla. O agosto Laranja foi criado pela AME – Amigos Múltiplos pela Esclerose), com objetivo de ser um movimento coletivo para desmistificar essa condição crônica de doença e fomentar o diagnóstico precoce, mais qualidade de vida, acolhimento, respeito e dignidade para quem convive com a patologia. LIGA ACADÊMICA A Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) se destaca por meio de uma importante iniciativa, a Liga Acadêmica de Neurologia e Neurofisiologia, um projeto de extensão que promove o atendimento especializado a pacientes acometidos pela Esclerose Múltipla e outras doenças raras. A Liga Acadêmica reforça o compromisso da Universidade com a promoção da saúde e o aprimoramento técnico-cientifico de seus discentes. HOSPITAL DILSON GODINHO O Hospital Dílson Godinho referência em Montes Claros e no Note de Minas, vem se destacando na infraestrutura e no cuidado humanizado que é oferecido aos pacientes que procuram essa unidade de saúde. Membros da Imprensa de diversos órgãos de comunicação da cidade, tiveram a oportunidade de conhecer parte das instalações do Hospital Dílson Godinho, que está investindo em espaços para melhor acolher pacientes. As melhorias vão beneficiar a parte do SUS, particular e planos de saúde. EXPOMONTES 2025 A Sociedade Rural anunciou a data da 51ª Exposição Agropecuária de Montes Claros, que ocorrerá de 2 a 13 de julho, no Parque de Exposições João Alencar Athayde. É uma festa do agronegócio que atrai investimentos. A Expomontes que é realizada em Montes Claros, movimenta toda a cidade a exemplo dos hotéis, restaurantes, bares. A Expomontes a cada ano que passa se transforma e inova nas suas atividades, exemplo o retorno da Esquadrilha da Fmaça e os paraquedistas. FESTA RETRÔ Montes Claros se prepara para a terceira edição da festa I Love Flasbback que promete resgatar a atmosfera dos anos 80 e 90 em grande estilo, no dia 7 de setembro, sábado, a partir das 20 horas, a Vila Aruana. Realização da Notável Produções de eventos. Evento que relembra os velhos tempos e celebra a música e culturadas décadas de ouro. A novidade desta edição é o serviço de Open Bar e Open Food. PARA REFLETIR O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e semeando, no fim, terás o que colher. (Cora Coralina) População estimada de Montes Claros é de 434.321 habitantes Os municípios de Guarulhos e Campinas, ambos em São Paulo, são os únicos não-capitais que aparecem na lista, com 1,3 milhão e 1,2 milhão, respectivamente. Eles também são os municípios mais populosos entre os 26 municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais. São Gonçalo (RJ) é o terceiro, com 961 mil.

 ESTADOS

Entre as Unidades da Federação (UF), São Paulo concentra 21,6% da população, com 46,0 milhões. Minas Gerais, com 10% (21,3 milhões) e Rio de Janeiro, com 8,1% (17,2 milhões) fecham a lista do três estados com mais habitantes. Na outra ponta, cinco UFs têm menos de 1% da população do país: Rondônia (0,8%), Tocantins (0,7%), Acre (0,4%), Amapá (0,4%) e Roraima (0,3%).

METROPOLITANAS

 Já quando se observa a população das Regiões Metropolitanas, Regiões Integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas, a lista tem 30 com mais de um milhão de habitantes, somando mais de 100 milhões de habitantes. São Paulo lidera com 21,5 milhões, seguido do Rio de Janeiro (12,9 milhões), Belo Horizonte (6,0 milhões), DF e Entorno (DF/GO/MG) (4,7 milhões), Fortaleza (4,2 milhões) e Porto Alegre (4,1 milhões).

CÁLCULO

 As Estimativas da População residente nos municípios foram calculadas com base nas Projeções da População do Brasil e Unidades da Federação, Revisão 2024, e nos totais populacionais dos municípios enumerados pelos Censos Demográficos 2010 e 2022. “As populações recenseadas nos municípios nos dois últimos Censos foram ajustadas e serviram de base para o estabelecimento da tendência de crescimento da população para as MARCAM presenças na coluna membros da imprensa, a equipe do Hospital Dílson Godinho e representantes da Corretora Atuar Estimativas da População até a data de referência, em 1º de julho de 2024”, explica Minamiguchi. “A cada ano são incorporadas nas estimativas municipais de população as alterações de limites geográficos que porventura aconteçam entre os municípios”, complementa o pesquisador.

NORTE DE MINAS

 Estimativas dos municípios do Norte de Minas:

 Águas Vermelhas – 14.486

Augusto de Lima – 4.593

 Berizal – 4.277

Bocaiúva – 49.668

Bonito de Minas – 10.491

 Botumirim – 5.841

Brasília de Minas – 33.188

 Buenópolis – 9.229

 Buritizeiro – 24.068

 Cachoeira de Pajeú – 9.333

Campo Azul – 3.802

Capitão Enéas – 14.401

Catuti – 4.805

 Chapada Gaúcha – 12.810

 Claro dos Poções – 7.259

Cônego Marinho – 7.420

 Coração de Jesus – 26.151

Cristália – 5.165

Curral de Dentro – 7.630

 Divisa Alegre – 6.513

 Engenheiro Navarro – 6.411

 Espinosa – 31.385

 Francisco Dumont – 4.564

Francisco Sá – 23.819

 Fruta de Leite – 4.607

 Gameleiras – 4.863

Glaucilândia -2.991

 Grão Mogol – 14.091

Guaraciama – 5.203

Ibiaí – 6.254

 Ibiracatu – 5.139

Icaraí de Minas – 10.912

Indaiabira – 6.379

Itacambira – 4.265

Itacarambi – 17.521

Jaíba – 39.379

 Janaúba – 73.281

 Januária – 67.087

 Japonvar – 8.357

 Jequitaí – 6.460

 Joaquim Felício 3.891

 Josenópolis – 3.607

 Juramento – 3.815

 Juvenília – 5.929

 Lagoa dos Patos – 3.285

 Lassance – 7.358

 Lontra – 8.968

 Luislândia – 6.329

Mamonas -6.096

 Manga – 19.188

 Matias Cardoso – 8.975

Mato Verde – 12.238

Mirabela – 14.029

Miravânia – 4.011

Montalvânia – 14.160

Monte Azul – 20.577

 Montes Claros 434.321

 Montezuma – 6.979

Ninheira – 10.915

Nova Porteirinha – 6.780

 Novorizonte – 4.630

 Olhos D’Água – 5.520

 Padre Carvalho – 5.085

 Pai Pedro – 5.634

 Patis – 4.863

 Pedras de Maria da Cruz – 10.619

 Pintópolis – 7.231

Pirapora – 57.543

 Ponto Chique – 3.807

Porteirinha – 38.668

Riachinho – 6.890

 Riacho dos Machados – 8.886

 Rio Pardo de Minas – 29.123

Rubelita – 5.572

Salinas – 41.641

Santa Cruz de Salinas – 3.944

Santa Fé de Minas – 3.551

 Santo Antônio do Retiro – 6.743

São Francisco – 54.239

São João da Lagoa – 4.950

 João da Ponte – 24.269

São João das Missões – 13.467

 São João do Pacuí – 4.052

São João do Paraíso – 24.604

São Romão – 10.553

Serranópolis de Minas – 4.496

 Taiobeiras – 34.392

Ubaí – 11.977

 Urucuia – 18.291

Vargem Grande do Rio Pardo – 4.727

 Várzea da Palma – 34.639

Varzelândia -19.214

 Verdelândia – 7.770

EM 1º DE JULHO deste ano, Montes Claros chegou à população estimada de 434.321 habitantes, segundo o IBGE

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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