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Condições climáticas adversas reduzem a produtividade

Os produtores brasileiros deverão colher 312,3 milhões de toneladas de grãos na safra 2023/24, volume 2,4% inferior ao obtido na temporada passada, de acordo com o terceiro levantamento do ano realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no dia 7 de dezembro.

Os produtores brasileiros deverão colher 312,3 milhões de toneladas de grãos na safra 2023/24, volume 2,4% inferior ao obtido na temporada passada, de acordo com o terceiro levantamento do ano realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no dia 7 de dezembro.

A queda na estimativa da produção de grãos é explicada pela baixa ocorrência de chuvas e as altas temperaturas registradas nos estados do Centro-Oeste, enquanto que no Sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul, pelo excesso das precipitações.

Essas condições climáticas adversas afetam o desenvolvimento de importantes culturas, entre elas o milho, segundo a Conab, cuja produção total está prevista em 118,53 milhões de toneladas, um decréscimo esperado de 10,2%, comparando-se à safra anterior.

O plantio da primeira safra do milho atrasou devido à falta de chuva em alguns estados, como Mato Grosso. No Sul, em contrapartida, choveu bastante, também dificultando o plantio. Assim, pode haver um atraso na colheita desta safra, reduzindo a janela de plantio para a segunda safra, o que reduz sua segurança em termos climáticos.

Desta forma, a qualidade do grão depende de vários fatores, entre eles o desenvolvimento da planta durante o ciclo produtivo. Nessa fase, é importante cuidar da nutrição, da irrigação e do controle de pragas e doenças. O teor de umidade do grão também influencia o preço final do produto, pois afeta a qualidade e o rendimento dos grãos.

Por outro lado, se o grão estiver muito seco pode sofrer danos mecânicos. Se os grãos estiverem muito úmidos, eles podem gerar custos adicionais para o produtor, que terá que secá-los antes de armazená-los. Então, caso haja ocorrência de chuvas durante a colheita, o produtor deverá esperar que as espigas sequem para retomar a atividade e evitar problemas como a proliferação de fungos e bactérias.

O percentual de umidade ideal para armazenagem do grão é de 14%, mas, se o agricultor possui tecnologia para o processo de secagem artificial, é possível realizar a colheita com até 25% de umidade. No entanto, a melhor umidade para a colheita do milho deve ficar entre 16% e 18%.

Para verificar o teor de umidade e o ponto certo da colheita do milho, o medidor de umidade de grãos é o instrumento mais indicado para o produtor rural. De acordo com Fernanda Rodrigues da Silva, gerente de Relacionamento com o Cliente, da empresa Loc Solution, detentora da marca Motomco de medidores de umidade, os instrumentos de medição de umidade precisam passar por um rigoroso controle de qualidade, desde o momento de sua fabricação até seu uso, com calibração bem ajustada para apresentar um resultado preciso.

“Com um medidor preciso e calibrado, os produtores poderão assegurar que os grãos estejam com a umidade adequada para tomar decisões sobre a colheita, armazenamento e processamento”, afirma Fernanda, acrescentando que além disso, o controle de umidade dos grãos é importante para garantia de qualidade do produto e como forma de avaliar comercialmente grãos. O ideal, segundo ela, é usar um aparelho bem ajustado e, no momento da comercialização do grão, buscar por cooperativas, tradings entre outras empresas que ofereçam equipamentos com uma medição confiável, certificados e homologados pelo Inmetro.

Condições climáticas adversas reduzem a produtividade
Conab prevê safra de 118,53 milhões de toneladas, 10,2% menor se comparada à safra anterior

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