A Lei 25.685, de 2026, que estabelece ações de incentivo, por parte do Estado, à realização de doações e transplantes de órgãos, foi sancionada pelo governador Romeu Zema (Novo). A publicação está disponível no Diário Oficial do Estado. A legislação é fruto do Projeto de Lei (PL) 90/23, de autoria do deputado Grego da Fundação (Mobiliza), e altera a Lei 11.553, de 1994, que trata da ação do Estado com vistas ao favorecimento da realização de transplantes. A alteração proposta assegura que o Estado deverá incentivar a realização de atividades educativas e informativas sobre a doação de órgãos, tecidos e medula óssea nas unidades básicas de saúde, hospitais, bem como nos demais serviços públicos.
Para isso, deverá estimular a realização de campanhas sobre a importância da doação de órgãos e incentivar parcerias com municípios e entes públicos ou privados. Adicionalmente, a formação continuada de profissionais da saúde e a implementação de ações pedagógicas em escolas para conscientização deverá ser fomentada.
Entre as principais mudanças, a lei determina que o poder público deve promover atividades educativas e informativas sobre a doação de órgãos em unidades básicas de saúde, hospitais e demais serviços públicos. O objetivo é ampliar o conhecimento da população e estimular uma cultura de solidariedade e conscientização sobre o tema.
O texto também prevê o incentivo à realização de campanhas permanentes que destaquem a importância da doação, além do estímulo a parcerias com municípios e com entidades públicas ou privadas. Outra diretriz da nova lei é o fortalecimento da formação continuada dos profissionais de saúde, considerados peças-chave no processo de orientação e acolhimento de possíveis doadores e familiares.
Além do setor da saúde, a lei amplia o alcance das ações ao prever a implementação de atividades pedagógicas em escolas, como forma de promover a conscientização desde a infância e adolescência.
Com a sanção, o Estado reforça seu compromisso com a ampliação do número de doadores e com a redução das filas de espera por transplantes, apostando na informação e na educação como instrumentos centrais para salvar vidas.