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Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete

Ídolo da seleção, “Mão Santa” deixa legado histórico

O Brasil perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores ídolos esportivos. Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, em Santana de Parnaíba (SP), após sofrer um mal-estar repentino. Considerado o maior cestinha da história do basquete, ele deixa um legado incomparável dentro e fora das quadras.

Nascido em Porto Alegre (RS), Oscar construiu uma carreira histórica, acumulando 49.703 pontos entre clubes e seleção brasileira. Defendeu o país em quatro edições dos Jogos Olímpicos e protagonizou atuações memoráveis, como em Atlanta-1996, quando alcançou média de mais de 30 pontos por jogo.

Apelidado de “Mão Santa” pela precisão nos arremessos, o atleta atuou por equipes no Brasil e no exterior, tornando-se referência mundial no esporte. Após encerrar a carreira, seguiu como palestrante, empresário e comentarista, mantendo forte ligação com o basquete.

Fora das quadras, enfrentou um câncer cerebral diagnosticado em 2011. Após anos de tratamento, anunciou estar curado em 2022, tornando-se símbolo de superação.

A morte do ídolo provocou uma onda de homenagens no Brasil e no exterior, eternizando sua importância para o esporte.

Ídolo da seleção, “Mão Santa” deixa legado histórico

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