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Família de jovem morto a tiros no Alto da Boa vista cobra solução

A família, parentes e amigos cobram uma solução para o assassinato do jovem Victor Hugo Silva Figueiredo (21), morto a tiros, durante um churrasco no Bairro Alto da Boa Vista, Região do Grande Delfino e Santo Antônio, em Montes Claros, no mês de outubro do ano passado. O homicídio, que também deixou quatro pessoas feridas, ocorreu na casa da namorada da vítima. Contudo, segundo os familiares, até março deste ano, os responsáveis pelo bárbaro crime, ainda não haviam sido identificados pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Ele foi baleado nas costas, abdômen e antebraço, quando um atirador invadiu a casa, onde estava.  Além da vítima fatal, outras quatro pessoas foram feridas por disparos ou estilhaços.

COMERCIANTE

Pelas informações, o jovem morto no Alto da Boa Vista é filho do comerciante e suplente de vereador pelo PRD, nas eleições de 2024, quando obteve 413 votos, Vanderlei Cardoso Figueiredo, 58 anos, o Vanderlei Deco do Restaurante, Avenida Dulce Sarmento, Bairro São José, residente na Região do Grande Delfino Magalhães, que evita falar sobre a tragédia ocorrida contra o rapaz.

A perícia técnica da PCMG local recolheu vários projéteis de 9 mm no local. A polícia investiga a motivação. O rapaz foi descrito pela família como trabalhador, sem antecedentes criminais, e estava em um momento de lazer. 

Segundo pessoas ligadas a vítima, até o momento, o caso segue sem solução definitiva, gerando forte clamor por justiça por parte da família.  A mãe de Victor Hugo Silva Figueiredo relatou na época, que chegou a ligar para o filho ir embora da casa da namorada quando o ataque ocorreu. Ela chegou a ouvir o barulho dos disparos. “Eu liguei e ele não atendeu, foi a namorada quem atendeu e no momento em que ele estava indo abrir o portão. […] Eu escutei os tiros pelo telefone e ela não me respondia e ela gritava: Victor, Victor, chama o SAMU, chama o SAMU. Eu falei com meu esposo que ele tinha recebido os tiros”, contou Adelaine Silva Figueiredo.

A mãe conta que até o momento a família não tem muitas informações sobre o crime. O rapaz saiu de casa na manhã do domingo (26) de outubro e avisou para ela que voltaria por volta das 15h. Diante de sua demora em retornar, Adelaine telefonou para ele. “Ele estava na casa da namorada e eles resolveram assar uma carne. No momento do acontecido, eu estava ligando para ele ir embora.”

A família de Victor chegou a ir ao local após a mãe dele ouvir o barulho dos tiros. Os parentes do jovem não têm suspeitas sobre a motivação e nem sobre quem poderia ter cometido o crime.

“Ele era uma pessoa honesta, não tinha ficha suja, trabalhava em dois empregos, tinha só 21 anos e estava lá, na casa da namorada.”

Segundo a Polícia Militar, as vítimas participavam de um churrasco entre amigos, quando alguém bateu no portão. O rapaz foi atender o chamado acompanhado de outro participante do evento e, nesse momento, foi recebido a tiros. Para se proteger, ele correu de volta para o interior da residência, porém, os disparos continuaram. Durante o tiroteio, várias garrafas de bebidas foram quebradas e algumas pessoas se jogaram ao chão para se proteger, enquanto outras correram para não ser baleadas.

As outras vítimas foram socorridas pelo SAMU e Corpo de Bombeiros com os seguintes ferimentos: Mulher de 35 anos – Corte no ombro causado por algum objeto pontiagudo

Rapaz de 19 anos – Ferimento no couro cabeludo causado por caco de vidro ou estilhaço Mulher de 28 anos – Baleada no pé esquerdo – Mulher de 20 anos – Ferimento do pé esquerdo causado por caco de vidro ou estilhaço.

Uma testemunha repassou as características físicas do atirador, mas até agora pouco se sabe das providências das investigações da PCMG, que segue apurando o misterioso caso através da Delegacia de Homicídios da Comarca montes-clarense.

Crime de Victor Hugo tem as mesmas

semelhanças de universitário em 2016


O crime de Victor Hugo tem as mesmas semelhanças é muito parecido com “o do nosso filho”, declara Afonso Gomes Cordeiro, o Afonso Contador e bacharel em Direito, cujo assassinato foi registrado no dia 16 de abril de 2016 e que agora neste mês completou exatamente 10 anos da fuga do fugitivo, ex-agente penitenciário da Cadeia Pública do Bairro Alvorada, Luiz Guilherme Figueiredo Aquino, ocorrido em uma boate no Bairro nobre do Ibituruna. O estudante de Direito, Vinícius Afonso Silva Cordeiro, carinhosamente chamado de Viniscão, que na época tinha 24 anos, foi brutalmente assassinado a tiros e outras quatro pessoas foram baleadas numa correia jamais vista durante uma festa. O homicida foi condenado a 37 anos de prisão em regime fechado pela Justiça e se encontra desaparecido.

Após a prisão e condenação, Luiz Guilherme, que ficou preso por um período até o julgamento na unidade prisional de Bocaiuva veio para Montes Claros, onde fez cirurgia no joelho e aproveitando suas regalias conseguiu fugir quebrando a tornozeleira eletrônica e jogando-a numa lixeira no Bairro Funcionários. De lá para cá, nunca mais fora vista, sendo que as autoridades de segurança e judiciais não têm explicações de sua fantástica fuga, que deve ter sido facilitada, já que a escolta não cumpriu a determinação da lei em sua casa na área central da cidade. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) não possui nenhuma pista do homicida, apesar de informações desencontradas de que ele estaria escondido no exterior ou mesmo aqui no Brasil.

Afonso Contador declarou ontem à reportagem do Novo Jornal de Notícias, que já perdeu as contas de tantas cobranças feitas ao longo dos dez anos, inclusive, ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Polícias Civil, Militar, deputados federais, estaduais, das Comissões de Direitos Humanos da Câmara em Brasília e Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais (ALMG), Câmara Municipal, bem como por meio de toda a imprensa e até a Polícia Federal (PF), através da Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal), maior organização policial do mundo, com 196 países membros, facilitando a cooperação policial global contra crimes transnacionais. Sediada em Lyon, França, ela conecta forças de segurança, compartilha inteligência, mantém bancos de dados de foragidos/crimes e emite alertas como a “Difusão Vermelha” e não conseguem prender o condenado, lamentam os pais Afonso Contador e sua ex-esposa Sandra Maria da Silva, que choram ao lembrar do assassinato do filho pelo ex-agente penitenciário.

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A Polícia Rodoviária Federal apreendeu ampolas de tirzepatida, anabolizante e cosméticos sem comprovação fiscal na BR-365, em Montes Claros, na noite dessa segunda-feira (7). O material era transportado em um carro conduzido por um homem, de 35 anos, que foi preso em flagrante. A abordagem aconteceu durante uma fiscalização na altura do KM-1, e os policiais encontraram 200 ampolas do medicamento tirzepatida, uma ampola do anabolizante Propionato de Drostanolona e 90 itens de cosméticos variados, como perfumes de marcas importadas, cremes e produtos capilares. Segundo a PRF, o motorista admitiu ter adquirido as mercadorias no Paraguai e relatou que receberia uma quantia em dinheiro para transportá-las até Montes Claros sem Notas Fiscal (NF). De acordo com a PRF, o motorista admitiu ter adquirido as mercadorias no Paraguai e relatou que receberia uma quantia em dinheiro para transportá-las até Montes Claros. Ele foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal de Montes Claros, juntamente com o veículo e o material apreendido. Segundo a PRF, o homem foi conduzido pelo cometimento, “em tese, dos crimes de falsificação/adulteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais e descaminho”. Em abril deste ano, outras duas apreensões de tirzepatida foram realizadas pela Polícia Rodoviária Federal na BR-365. Na primeira ocorrência, um médico da Bahia foi preso com 25 unidades de tirzepatida, três unidades de retatrutida, 10 frascos de anabolizantes, 33 aparelhos celulares, entre novos e usados, cinco computadores do tipo MacBook e três frascos de perfume. Na outra ocorrência, um motorista de 25 anos foi preso ao ser flagrado transportando 76 ampolas de tirzepatida no bagageiro de um carro. Ao ser questionado sobre a origem da viagem, ele apresentou respostas contraditórias e, posteriormente, confirmou ter saído de Foz do Iguaçu (PR) com destino a Montes Claros, onde mora.
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