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Exportações enfrentam queda em faturamento e volume

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada registraram queda tanto no faturamento quanto no volume diário até a terceira semana de agosto, segundo dados divulgados nessa segunda-feira (19) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal. Entretanto, vale ressaltar que, em julho, os embarques do setor alcançaram recorde histórico.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada registraram queda tanto no faturamento quanto no volume diário até a terceira semana de agosto, segundo dados divulgados nessa segunda-feira (19) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal. Entretanto, vale ressaltar que, em julho, os embarques do setor alcançaram recorde histórico.

Até o momento, o mês de agosto contabiliza uma receita de US$ 104,38 milhões, o que equivale a 43,90% do total arrecadado no mesmo mês em 2023, quando o valor atingiu US$ 237,73 milhões. Em termos de volume, foram embarcadas 43.240,4 toneladas de carne suína, correspondendo a 43,26% do total exportado em agosto do ano passado, que somou 99.936,8 toneladas.

O faturamento médio diário até agora é de US$ 8,69 milhões, representando uma queda de 15,8% em relação ao desempenho de agosto de 2023. Quando comparado à semana anterior, que registrou uma média de US$ 10,33 milhões, houve uma retração de 15,84%.

No que diz respeito ao volume embarcado por dia, a média até o momento é de 3.603,3 toneladas, o que indica uma queda de 17,1% em comparação ao mesmo período de 2023. Em relação à semana anterior, que apresentou uma média de 4.345 toneladas, a redução foi de 17,07%.

Por outro lado, o preço pago por tonelada exportada apresentou uma leve alta. O valor atual de US$ 2.413,99 é 1,5% superior ao registrado em agosto do ano passado. Comparado à semana anterior, que registrou US$ 2.378,85 por tonelada, houve um incremento de 1,47%.

Esses números refletem um cenário de retração nas exportações de carne suína em agosto, após o setor ter alcançado um desempenho recorde no mês anterior, destacando a volatilidade do mercado e a necessidade de monitoramento contínuo.

Após recorde em julho, desempenho de agosto apresenta recuo

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