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Comarca de Montes Claros recebe encontro de juízes coordenadores

A vice-corregedora-geral de Justiça, desembargadora Kárin Emmerich (4ª, da dir. para a esq.), norte-mineira destacou a importância dos Cejuscs

A 3ª vice-presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) e em parceria com a Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), iniciou, nessa quinta-feira (28), na Comarca de Montes Claros, o Encontro de Juízes de Direito Coordenadores de Centros Judiciários de Solução.

O objetivo da ação educacional, que seguiu até esta sexta-feira (29), é capacitar os participantes na integração e aplicação de práticas e metodologias de resolução de conflitos. Para isso, as coordenadoras e os coordenadores de Cejuscs apresentam as boas práticas que otimizam a atuação e gestão de seu respectivo Centro Judicial, em benefício da comunidade jurisdicional.

Compuseram a mesa de abertura:

  • O 3º vice-presidente do TJMG, desembargador Rogério Medeiros;
  • A vice-corregedora-geral de Justiça, ex-juíza da comarca e da região, desembargadora Kárin Liliane de Lima Emmerich e Mendonça, representando o corregedor-geral de Justiça, desembargador Estevão Lucchesi de Carvalho;
  • O juiz auxiliar da 2ª Vice-Presidência, Thiago Grazziane Gandra, representando o 2º vice-presidente e superintendente da Ejef, desembargador Saulo Versiani Penna;
  • O juiz auxiliar da 3ª Vice-Presidência, José Ricardo dos Santos de Freitas Véras;
  • O juiz coordenador do Núcleo Regional da Ejef em Montes Claros, Vitor Luís de Almeida, representando a Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis);
  • A juíza diretora do Foro da Comarca de Montes Claros, Cibele Maria Lopes Macêdo;
  • O juiz coordenador do Cejusc da Comarca de Montes Claros, Fausto Geraldo Ferreira Filho;
  • A assessora do Serviço de Apoio (Seanup) ao Nupemec, Mariana Horta Petrillo.

Na palestra de abertura, o 3º vice-presidente do TJMG, desembargador Rogério Medeiros, falou sobre sua trajetória na magistratura, que incluiu três anos na Comarca de Montes Claros, de 1992 a 1995:

“São, portanto, 32 anos que eu aqui cheguei e 29 anos, quase 30, de minha promoção para Belo Horizonte. Vou fazer um paralelo: como as coisas mudaram. A gente tinha mais contato com cada processo; as ações não eram ainda tão massivas como hoje. Agora, nessa jurisdição de massa, muitos processos repetitivos, com grandes empresas, governos etc. Nós não temos mais o contato individualizado com os processos.”

Segundo ele, por isso são necessárias soluções que passem pelas práticas autocompositivas e pela Inteligência Artificial (IA):

“Especialmente para juízas e juízes poderem medir os números de processos, identificar as áreas onde eles têm mais incidência e estabelecer planejamento e estratégias para os julgamentos e as tentativas de conciliação.”

A vice-corregedora-geral de Justiça, desembargadora Kárin Emmerich (4ª, da dir. para a esq.), norte-mineira destacou a importância dos Cejuscs

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