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Captação de recursos e Lei Robin Hood pauta workshop na Amams

O secretário-executivo da AMAMS Fabiano Lopes, ladeado pelo cientista político Victor Diniz e do consultor Guilherme Santos

Nessa segunda-feira (20), a Associação dos Municípios da Área Mineira da Sudene (Amams) promoveu o Workshop Fortalecimento dos Municípios e a lei Robin Wood. O evento reuniu representantes de 16 municípios da região e teve como foco principal a capacitação de gestores públicos para ampliar a captação de recursos federais, estaduais e parlamentares em 2026.

Presidente da Amams e prefeito de São João da Lagoa, Ronaldo Soares Mota Dias ressaltou a importância da iniciativa. “Esse encontro foi essencial para fortalecer o conhecimento técnico e político dos nossos gestores, especialmente sobre emendas parlamentares e a Lei Robin Wood. Precisamos estar preparados para enfrentar os desafios fiscais e aproveitar as oportunidades de financiamento que virão. A Amams está comprometida em apoiar os municípios na construção de estratégias eficazes para garantir mais recursos e melhorar a qualidade de vida da população”, declarou.

Durante o encontro, o consultor Guilherme Santos, da empresa Civitas, alertou os participantes sobre os desafios enfrentados pelas administrações municipais diante de mudanças recentes no Imposto de Renda e na Reforma Tributária. Segundo ele, essas alterações foram implementadas sem diálogo com prefeitos e vereadores, o que tem gerado impactos negativos nas finanças locais. Também defendeu o papel das emendas parlamentares como instrumento democrático de descentralização de recursos. “As emendas tiraram das mãos da burocracia a decisão de onde aplicar o dinheiro público”, afirmou.

O cientista político Victor Diniz destacou a relevância das chamadas emendas PIX, por serem menos burocráticas e promoverem resultados mais rápidos nos municípios. Ele reforçou a necessidade de os prefeitos manterem presença ativa em Brasília para garantir investimentos.

Diniz revelou que a bancada mineira terá cerca de R$ 415 milhões disponíveis para projetos em 2026, valor inferior aos R$ 525 milhões inicialmente previstos. Ele também lembrou que o Norte de Minas segue mobilizado pela execução da Barragem de Jequitaí, uma das principais obras defendidas pela bancada por meio das emendas coletivas.

O secretário-executivo da AMAMS Fabiano Lopes, ladeado pelo cientista político Victor Diniz e do consultor Guilherme Santos

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