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Exposição Anual de Orquídeas tem início dia 24

A programação contará com a participação de quatro renomados orquidários comerciais de diferentes regiões do País

A Sociedade Orquidófila do Norte de Minas (SONM) vai realizar nos dias 24, 25 e 26 de abril, a 24ª Exposição Anual de Orquídeas, no Bairro Vera Cruz, com entrada gratuita. Consolidada como referência regional, a exposição reúne anualmente milhares de visitantes encantados com a beleza, diversidade de espécies e variedades das orquídeas exóticas, dos cactos e suculentas.

A programação contará com a participação de quatro renomados orquidários comerciais de diferentes regiões do Brasil, além de dois expositores especializados em suculentas e cactos e um ceramista que apresentará vasos de argila e fontes artesanais. Os visitantes terão a oportunidade não apenas de conhecer, mas também de adquirir plantas a preços acessíveis — orquídeas a partir de R$ 20 e suculentas e cactos a partir de R$ 5.

A expectativa da organização é atrair cerca de 5 mil visitantes ao longo dos três dias, entre colecionadores, admiradores e consumidores. A exposição funcionará na sexta-feira (24), das 9h30 às 21h; no sábado (25), das 9h às 19h30; e no domingo (26), das 9h30 às 17h. A mostra proporciona ao público uma experiência que une beleza, aprendizado e contato direto com a natureza, além de impulsionar o comércio e incentivar novos adeptos ao cultivo.

Para o presidente da Sociedade Orquidófila Norte Mineira, Eugênio José Cardoso, a 24ª edição reafirma o sucesso do evento. “Mais do que uma exposição, este evento é um convite para que a população se aproxime da natureza e descubra o encanto e a riqueza das orquídeas. Trabalhamos para oferecer uma experiência acessível, educativa e inspiradora, valorizando tanto os produtores quanto o interesse crescente do público pelo cultivo e preservação dessas espécies”, destaca.

MERCADO

O mercado de flores no Brasil tem apresentado resultados expressivos. De acordo com os últimos dados do Instituto Brasileiro de Floricultura (Ibraflor), o setor encerrou 2024 com 21,23 bilhões em produção, atacado e varejo. Crescimento de 9,95%. Já em 2023, os dados apontaram faturamento de 19,31 bilhões e crescimento de 8%.

O Brasil conta, atualmente, com cerca de 8,3 mil produtores de flores e plantas e 15.600 hectares de flores. O que representa 8% da produção mundial. Juntos, eles cultivam mais de 2.500 espécies com cerca de 17.500 variedades.

Sendo assim, a cadeia de flores e plantas ornamentais e segmentos é uma importante engrenagem na economia brasileira, responsável por 264,875 mil empregos e 3,5% ao ano na cadeia produtiva, com 51% da mão-de-obra feminina.

SERVIÇO

Local: Estacionamento da Havan Montes Claros – Bairro Vera Cruz

Datas: 24, 25 e 26 de abril

 Entrada gratuita

Horários:

Sexta-feira (24): 9 às 21h

Sábado (25): 9 às 19h30

Domingo (26): 9h30 às 17h

 Realização: Sociedade Orquidófila Norte Mineira

A programação contará com a participação de quatro renomados orquidários comerciais de diferentes regiões do País

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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