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SINFERSI e FIEMG cobram do DNIT solução para restrição de carga na ponte da BR&365, em Pirapora (MG) 

SISTEMA FIEMG e SINFERSI | Divulgação

Limitação imposta desde 2021 provoca desvio de 170 km, aumenta custos logísticos e gera prejuízos mensais às indústrias da região

O SINFERSI, em articulação com a FIEMG, intensificou a cobrança ao DNIT por uma solução definitiva para as restrições de tráfego na BR-365, especialmente na ponte sobre o Rio das Velhas, localizada nas proximidades de Pirapora (MG).

O problema se arrasta desde 2021, quando o DNIT determinou a restrição abrupta do tráfego de veículos pesados na estrutura. A capacidade máxima da ponte, anteriormente de 45 toneladas, foi reduzida inicialmente para 36 toneladas e, posteriormente, para 25 toneladas.

  • Impactos logísticos e prejuízos

A limitação tem causado impactos logísticos significativos às indústrias da região. Com a medida, empresas que transportam matérias-primas para unidades em Pirapora e Várzea da Palma passaram a realizar um desvio de aproximadamente 170 quilômetros, o que elevou consideravelmente os custos operacionais e vem gerando prejuízos acima de 5 milhões mensais ao setor produtivo.

Além da indústria, as restrições na ponte também têm impactado outros setores estratégicos da economia regional, como o agronegócio e a silvicultura, que dependem do transporte rodoviário para o escoamento da produção, ampliando os reflexos econômicos da limitação de carga na BR-365.

  • Confira os desvios:

  • Cobrança por esclarecimentos

Diante do cenário, o SINFERSI tem solicitado formalmente ao DNIT esclarecimentos sobre o andamento das providências previstas, especialmente:

  • O cronograma atualizado das obras sob responsabilidade da empresa Matera Engenharia;
  • O status da análise estrutural da ponte, cuja conclusão havia sido estimada em até 60 dias após reunião realizada com o órgão.

Segundo a entidade, a atualização dessas informações é essencial para garantir previsibilidade e permitir o adequado planejamento logístico e financeiro das empresas afetadas.

Entre maio de 2025 e janeiro de 2026, o DNIT tem reiterado que continua aguardando a emissão de um laudo técnico para avaliar a possibilidade de revisão da capacidade de carga da ponte. Até o momento, no entanto, não houve apresentação de um posicionamento definitivo nem de um plano de ação concreto.

Enquanto isso, os desafios logísticos permanecem e os prejuízos seguem se acumulando. O SINFERSI e a FIEMG reafirmam que continuarão atuando junto às autoridades competentes para que a restrição na ponte sobre o Rio das Velhas seja revista, ao menos de forma provisória, até que uma solução estrutural definitiva seja implementada na BR-365.

  

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