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IMPACTO SOCIAL E GERAÇÃO DE VALOR

A Credinor vive o cooperativismo em sua essência, com projetos que unem solidariedade, educação e desenvolvimento

Quando os primeiros cooperados da Credinor se uniram, há quatro décadas, o objetivo era simples e poderoso: crescer juntos e compartilhar esforços, sonhos e resultados. Desde o início, o cooperativismo nasceu como uma forma de olhar para o outro e somar forças para multiplicar oportunidades. E é justamente desse espírito coletivo que vem a força social da Credinor.

Ao longo dos anos, essa vocação de cuidar das pessoas se transformou em uma marca registrada. Em cada cidade onde chega, a cooperativa carrega o compromisso de alavancar a economia, o desenvolvimento humano e cultural. É o 7º princípio do cooperativismo (o interesse pela comunidade) vivido na prática, em ações que se traduzem em apoio, incentivo e transformação.

“O cooperativismo sempre foi sobre pessoas. Desde o início, a Credinor entendeu que não bastava crescer financeiramente, era preciso crescer com propósito. Cada investimento social que realizamos é uma forma de contribuir com a sociedade, que nos ajuda a crescer todos os dias”, pontua o presidente do Sicoob Credinor, Dario Colares.

Com uma trajetória marcada por inovações, a cooperativa acredita que o verdadeiro desenvolvimento é aquele que caminha ao lado do social e do humano. Em 2025, esse compromisso se estendeu ainda mais, alinhando à missão institucional aos objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

Por meio da Fundação Credinor, foi possível estruturar um modelo de atuação robusto, que monitora impactos, amplia resultados e fortalece laços comunitários. Em 2025, mais de 11 mil pessoas participaram de iniciativas educacionais promovidas pela cooperativa em parceria com a Fundação Credinor, além das ações culturais, esportivas e sociais.

Entre essas ações está o programa Financinhas nas Escolas, que leva educação financeira e cooperativista para crianças do ensino fundamental, em parceria com o Instituto Sicoob. Neste ano, como parte do processo de expansão do programa, a iniciativa chegou em todas as 28 cidades que contam com agências do Sicoob Credinor. São milhares de crianças atendidas, além de capacitações realizadas com os professores.

“A educação é nosso instrumento de transformação. Acreditamos que mudanças duradouras começam com oportunidades reais. Por isso, promovemos programas educacionais, capacitações técnicas e ações sociais que empoderam pessoas e fortalecem coletivos”, destaca a coordenadora de cidadania e sustentabilidade da Credinor, Anna Caroliny Arruda.

REDE DE PARCEIROS

Para dar ainda mais alcance à atuação social, a Credinor conta com uma rede de parceiros que compartilham do mesmo objetivo de gerar impacto positivo. A parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) é um exemplo dessa atuação conjunta, que tem gerado frutos importantes para o desenvolvimento do campo com a realização de cursos e capacitação que levam inovação e conhecimento técnico aos trabalhadores rurais.

Do manejo de animais à mecanização agrícola, da apicultura ao uso de drones, a Credinor está ao lado de quem faz o agronegócio crescer. O apoio se estende ainda à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável, com parcerias estratégicas junto a associações locais.

No incentivo ao empreendedorismo, o programa Norte Empreendedor, realizado em parceria com o Sebrae, já realizou mais de cinco mil atendimentos a pequenos negócios com consultoria, capacitação e orientação financeira. Essa iniciativa dá força ao comércio local e estimula o desenvolvimento de micro e pequenos empreendedores.

A atuação da cooperativa também ultrapassa fronteiras regionais. Em parceria com a Rabofoundation, instituição ligada ao banco holandês Rabobank, a Credinor apoia a apicultura sustentável, o reflorestamento de áreas degradadas e a melhoria da produção de mel junto à cooperativa de apicultores de Bocaiuva-MG.

O olhar para o social também passa pela valorização da cultura e da juventude. A Credinor investe em projetos que oferecem aulas gratuitas de artes, música, balé e inglês para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Além do aprendizado, os participantes recebem acompanhamento psicológico, clínico e odontológico, o que garante acolhimento e oportunidades reais de transformação.

O apoio da Credinor ao esporte também é motivo de orgulho. Desde 2022, a cooperativa é patrocinadora master do North Esporte Clube, equipe que nasceu com o ideal de valorizar os talentos do Norte de Minas e neste ano de 2025 conquistou o acesso para a elite do futebol mineiro, após ser campeã do módulo II.

Mas o trabalho vai além do campo profissional. Por meio do projeto Crias do North, a cooperativa apoia seletivas em diversos municípios, abrindo espaço para jovens atletas que sonham com uma carreira no futebol. Outro exemplo dessa atuação é o Carlão, time de futsal feminino que impacta mais de 60 atletas e incentiva a prática esportiva como instrumento de inclusão, disciplina e cidadania.

Em momentos de crise, a solidariedade também se faz presente. A Credinor participou ativamente da mobilização nacional em apoio às vítimas das fortes chuvas no Rio Grande do Sul, e enviou donativos às famílias atingidas. Uma ação de empatia e cuidado que traduz bem a essência de uma instituição financeira cooperativista.

ATUAÇÃO CONJUNTA

A atuação social da Credinor também é resultado de um trabalho conjunto, que envolve diferentes áreas da cooperativa. O diretor de gestão de riscos, Erique Morais, acompanha de perto as iniciativas voltadas para a área de cidadania e sustentabilidade da Fundação Credinor e reforça que o impacto social é uma construção coletiva, guiada pelo propósito cooperativo.

Para ele, gerar valor social dentro de uma cooperativa financeira vai muito além dos números. É promover o desenvolvimento das pessoas e das comunidades onde a Credinor está presente, investindo em educação, inclusão e desenvolvimento local. Esse valor se manifesta, segundo Erique, na capacidade de transformar vidas e fomentar a cidadania, pilares que sempre fizeram parte do DNA do cooperativismo.

“Nosso compromisso é oferecer ferramentas para que cada um construa seu próprio desenvolvimento. É isso que faz a diferença e reflete o verdadeiro sentido de cooperar. Nesse ponto a Fundação dá forma ao que acreditamos. Ela traduz o cooperativismo em ações reais e reforça nosso papel como agentes de transformação social e econômica”, destaca Erique.

O futuro da cooperativa segue guiado pelo mesmo princípio que a originou há quatro décadas. A Credinor acredita que cada projeto apoiado é uma semente que floresce em forma de desenvolvimento. E se o tempo ensina algo, é que quando uma cooperativa assume o seu compromisso social, o resultado é comunidades mais fortes, humanas e preparadas para o amanhã.

Na próxima semana, a série especial Sicoob Credinor – 40 anos chega ao fim. Em “Juntos no presente, conectados com o futuro”, vamos mostrar que, se os primeiros 40 anos da cooperativa foram marcados pelo compromisso com o desenvolvimento regional, os próximos serão guiados pela inovação, pela juventude e por novas formas de cooperar.

A Credinor vive o cooperativismo em sua essência, com projetos que unem solidariedade, educação e desenvolvimento

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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