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GENTE QUE FAZ ACONTECER

Sicoob Credinor - 40 anos

Por trás de cada atendimento, cada decisão e cada conquista, existe um time que coloca o propósito cooperativo em prática todos os dias

Além dos números, a força do Sicoob Credinor está nas pessoas. São mais de 350 colaboradores que, em diferentes áreas e cidades, compartilham o mesmo ideal de servir com empatia, gerar oportunidades e transformar vidas. É esse conjunto de histórias, talentos e propósitos que mantém a engrenagem da cooperativa girando há quatro décadas.

Em cada uma das 35 agências, nas áreas administrativas, no atendimento digital ou nas operações de crédito, há um elo humano que conecta a Credinor aos seus mais de 40 mil cooperados. Entre os muitos rostos que dão vida à Credinor, elas são maioria. Mais de 50% da equipe é formada por mulheres, que ocupam posições estratégicas e conduzem com sensibilidade e competência o crescimento da cooperativa.

Entre as tantas histórias que compõem os 40 anos da Credinor, a de Maria Clara Moreira é um exemplo de como a cooperativa cresce quando suas pessoas também crescem. De jovem aprendiz a gerente de agência, ela mostra que é possível ir além quando se tem força de vontade e dedicação.

Clara começou na Credinor aos 19 anos como jovem aprendiz na função de distribuir senhas aos cooperados. Ali, descobriu algo que levaria para toda a carreira que é o valor do relacionamento humano. “Foi no pré-atendimento que aprendi empatia, escuta e acolhimento. Entender o cooperado é fundamental para exercer qualquer outra função dentro da cooperativa”, conta.

A partir daí, sua história se construiu sobre dedicação e aprendizado. Espelhou-se em líderes, buscou capacitação e encarou novos desafios. Assumiu a gerencia de relacionamento em Montes Claros, e em 2025 alcançou o cargo de gerente da agência de Mirabela, no auge dos 25 anos. “Sinto orgulho de mostrar que, com dedicação e propósito, as mulheres podem ocupar qualquer espaço. Temos uma sensibilidade especial e uma força que se complementam na liderança”, pontua.

Para Maria Clara, liderar vai além de metas e resultados, pois antes de tudo é preciso inspirar e desenvolver o melhor das pessoas “O cooperativismo me ensinou que nosso papel vai muito além do crédito. É sobre desenvolver pessoas, negócios e municípios, ajudando a reduzir desigualdades e gerando oportunidades reais para quem nos procura”, ressalta.

ATENDIMENTO NA PONTA

Em cada agência da Credinor, a engrenagem cooperativa funciona em perfeita sintonia. Profissionais do atendimento, do relacionamento e dos caixas formam a linha de frente. São eles que recebem o cooperado, escutam suas necessidades e transformam demandas em soluções.

Quem vive essa rotina de perto é Marcos Reis, agente de atendimento da agência de Coração de Jesus. Ele faz a ponte direta entre a cooperativa e os cooperados, com escuta ativa e orientação. “Nosso dia a dia é dinâmico e cheio de significado. Trabalhar com o público é entender histórias, sonhos e desafios. Aqui, o relacionamento é o centro de tudo. O olho no olho faz toda a diferença. Cada atendimento é uma oportunidade de fortalecer a confiança e ajudar o cooperado a crescer”, pontua.

O trabalho, no entanto, não se limita às quatro paredes da agência. Marcos também realiza visitas externas, o que reforça o vínculo da cooperativa com a comunidade. “Muitas ideias e soluções surgem nessas conversas fora do ambiente formal. A gente percebe, de verdade, como o cooperativismo transforma vidas.”

Um dos casos que mais marcaram sua trajetória foi o de um padeiro que sonhava em comprar um terreno, mas não conseguia crédito por não ter renda formal. “Propusemos um caminho diferente, concedendo um crédito para que ele começasse a produzir e vender bolos e biscoitos caseiros. Em dois anos, ele quitou as dívidas, comprou o terreno e construiu a casa, que hoje também é o local do seu pequeno negócio”, relembra com orgulho.

Para Marcos, o que diferencia a Credinor é justamente essa proximidade. “A gente conhece as pessoas pelo nome, sabe quem são, o que fazem e o que sonham. O cooperado não é um cliente, ele é parte da cooperativa. E isso muda completamente a forma de se relacionar”, finaliza.

DUAS GERAÇÕES, UM MESMO PROPÓSITO

Assim como Marcos, outros colaboradores em diferentes regiões vivem, diariamente, o propósito de servir e cooperar. E entre eles, a Credinor carrega uma riqueza que vai além dos números, que é a convivência de gerações. De um lado, a experiência de quem cresceu junto com a cooperativa. Do outro, o entusiasmo de quem acaba de chegar com novas ideias e energia para o futuro.

Elvina Dias, gerente de relacionamento e cooperada número 01 da agência de Salinas, é uma dessas vozes que guardam a memória da Credinor. Em 2026, ela completará 20 anos de casa. Duas décadas acompanhando de perto a transformação da cooperativa e da própria região. “Quando comecei, muita coisa era feita na mão, em formulários e fichas. Hoje, os processos são rápidos e digitais, mas a essência de cuidar das pessoas continua a mesma”, enfatiza.

Ao longo dos anos, Elvina construiu laços que se transformaram em amizades. “Conheço histórias, famílias e trajetórias que se misturam com a minha própria.” Para ela, o segredo do sucesso da Credinor está na confiança mútua. “A cooperativa cresceu, modernizou, mas manteve o coração cooperativo. Resultados são importantes, mas o verdadeiro valor está nas relações humanas”, afirma com o tom sereno de quem viu o tempo passar mantendo a mesma paixão pelo que faz.

Já Rodrigo Félix, agente de atendimento na agência de Augusto de Lima, representa a nova geração que vem se somar a essa história. Há menos de um ano como agente de atendimento, ele encara cada dia como uma oportunidade de aprender e crescer. “O que mais me surpreendeu foi a forma como a Credinor valoriza o lado humano, não só dos cooperados, mas também dos colaboradores. É um ambiente leve, de cooperação e propósito coletivo”, comenta.

Para Rodrigo, o futuro da cooperativa passa justamente pela integração entre tradição e inovação. “Minha geração tem o papel de manter vivo o espírito cooperativista, mas também de trazer novas ideias e formas de conectar pessoas. A Credinor está equilibrando experiência e modernidade e isso é o que garante o futuro”, avalia.

Na visão do superintendente de negócios, Samuel Costa, o que move a Credinor é a capacidade de crescer sem perder a essência. Ele acredita que o verdadeiro diferencial da cooperativa está nas pessoas e na forma como o propósito é vivido no dia a dia.

Samuel explica que o negócio da Credinor vai muito além das transações financeiras. Cada atendimento é, antes de tudo, uma conexão humana. A integração entre as áreas acontece de forma natural, unindo o administrativo e o atendimento em um mesmo circuito de confiança. “O negócio não é simplesmente uma transação, e sim uma conexão”, afirma.

Segundo ele, o segredo está no cuidado que começa dentro de casa. Quando o funcionário se sente valorizado e compreendido pela liderança, esse sentimento se reflete no atendimento ao cooperado. “Cuidamos das pessoas para que elas cuidem de outras pessoas. É um ciclo virtuoso que garante resultados sólidos, mas sempre com base na confiança”, explica.

superintendente ainda ressalta que o crescimento da Credinor é consequência de uma cultura que honra cooperativismo em sua essência. “Mais do que números, os resultados traduzem o impacto de um modelo de trabalho construído sobre empatia, propósito e pertencimento”, finaliza.

SUPORTE ADMINISTRATIVO

Se nas agências o cooperativismo se manifesta no olhar e na escuta atenta de quem está na linha de frente, por trás de cada atendimento há uma estrutura sólida que garante que tudo funcione em harmonia. É o trabalho das áreas administrativas, que dão o suporte necessário para que a engrenagem da Credinor gire com eficiência.

Essa base é liderada pelo superintendente administrati­vo Alex Oliveira, responsável por organizar setores como comunicação e marketing, gestão de pessoas, financei­ro, infraestrutura, tecnologia da informação e outras áre­as operacionais. Todas es­sas áreas estão alocadas no Centro Administrativo (CAD), em Montes Claros, e prestam suporte direto às 35 agências da cooperativa, espalhadas por Minas Gerais e Bahia.

Alex explica que a integração entre as áreas é o que garante o ritmo certo dessa operação em expansão. “Nosso papel é garantir que cada agência tenha as condições ideais para servir o cooperado com excelência. A logística, a estrutura, os processos e as pessoas precisam trabalhar em sintonia, e esse é o grande desafio, transformar complexidade em fluidez.”

Para ele, a força da Credinor está justamente na forma como as áreas técnicas e administrativas compreendem seu papel dentro do propósito maior. “Mesmo atuando nos bastidores, todos entendem que o trabalho tem impacto direto na vida das pessoas. Um sistema que funciona bem, uma agência bem estruturada ou uma comunicação eficiente refletem o cuidado que temos com o cooperado e com quem está na ponta.”

Alex destaca ainda que o ambiente de trabalho dentro da superintendência administrativa é construído sobre valores humanos e cooperativos. A liderança se baseia na escuta, na valorização dos times e na crença de que o engajamento nasce do sentimento de pertencimento. Ele afirma que “o fator humano é determinante em qualquer área. Quando as pessoas se sentem parte de algo maior, o trabalho ganha propósito e os resultados vêm naturalmente”, finaliza.

Em cada agência, em cada área e em cada decisão, é o trabalho coletivo que mantém viva a essência da Credinor. São pessoas diferentes, em lugares diferentes, movidas por um mesmo objetivo de cooperação. É essa união de talentos, propósitos e histórias que faz a engrenagem girar há quatro décadas, sempre com o olhar voltado para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades.

Na próxima semana, a série especial “Sicoob Credinor – 40 anos” continua mostrando que o cooperativismo vai além do atendimento e das finanças. Em “Impacto Social e Geração de Valor”, você vai conhecer projetos e iniciativas que traduzem o compromisso da Credinor com o crescimento sustentável das cidades

Sicoob Credinor - 40 anos

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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