Minas Gerais é líder nacional e ultrapassou a marca de 12,75 gigawatts (GW) de capacidade operacional em energia fotovoltaica, considerando os sistemas de geração distribuída (GD), em telhados e terrenos, e as grandes usinas de geração centralizada (GC), que já somam 5,34 GW e 7,41 GW, respectivamente, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O número corresponde a cerca de 21,20% de toda energia solar produzida no Brasil. “O Estado é referência, principalmente o nosso ensolarado Norte de Minas, pois saímos na frente na produção desta energia limpa e renovável, por meio tanto das plantas fotovoltaicas gigantes, quanto da geração própria, dos painéis em telhados e terrenos, em residências, comércios, indústrias e propriedades rurais”, explicou o deputado Gil Pereira, do PSD, que preside a Comissão de Minas e Energia, da Assembleia Legislativa.
EMPENHO CONSRANTE – O recorde é fruto do empenho constante de Gil Pereira, cobrando providências de estímulo ao setor, junto aos órgãos federais responsáveis, como Aneel, Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e Ministério de Minas e Energia (MME), além de celeridade no licenciamento estadual dos empreendimentos, para impulsionar a produção de energia solar.
Trabalho parlamentar por ele iniciado há mais de uma década, a partir de quando propôs e a ALMG aprovou a inovadora legislação mineira de incentivo ao setor, propiciando o expressivo crescimento verificado desde então, especialmente, a Lei Estadual da Energia Solar (nº 22.549/17), de sua autoria, primeira no país que isenta de ICMS usinas com potência de até 5 MW.
TRABALHO INTEGRADO – “Esforço que continua, também por meio da nossa Comissão de Minas e Energia”, ressaltou o deputado Gil Pereira. O parlamentar detalhou seu objetivo, como coordenador da Comissão, de trabalhar de modo integrado e propositivo com as instituições governamentais e entidades representantes (federais e estaduais) ligadas aos setores de energia e produção mineral, incluindo, conforme o caso, aspectos legislativos, regulatórios, de planejamento e mercado.
“O foco é a geração de mais empregos, renda e receitas públicas para investimento em saúde, educação e infraestrutura nos municípios do Estado, especialmente os norte-mineiros”, afirmou Gil Pereira.