Click Here
[views count="1" print="0"]

Programa Saúde na Escola vai repassar R$ 98,4 mil à cidade

Programa Saúde na Escola vai repassar R$ 98,4 mil à cidade

O Ministério da Saúde destinou R$ 90,3 milhões aos municípios e ao Distrito Federal para o desenvolvimento de ações do Programa Saúde na Escola (PSE). No segundo ano do ciclo 2023/2024, os repasses serão feitos com base no cumprimento das metas de monitoramento. Os recursos serão transferidos diretamente aos fundos municipais de saúde, em parcela única. A medida foi divulgada por meio de portaria publicada no último dia 14. O município de Montes Claros, com 93,13% de escolas pactuadas que realizam ações do PSE, receberá R$ 98.476,00.

Em Minas Gerais, os maiores valores são para Belo Horizonte, que receberá R$ 433.476,00, Uberlândia (R$ 197.277,77), Betim (R$ 163.702,98), Araxá (R$ 103.528,20), Montes Claros, Sete Lagoas (R$ 92.538,63) e Patrocínio (R$ 89.623,85). Já no Norte do Estado, além de Montes Claros, os maiores valores são para Jaíba (R$ 63.582,97), Pirapora (R$ 58.525,58), Várzeas da Palma (R$ 45.640,36), Janaúba (R$ 38.176,00), Taiobeiras (R$ 37.850,79), São João das Missões (R$ 33.869,00), Rio Pardo de Minas (R$ 33.850,79) e São Francisco (R$ 30.676,00).

RECORDE

O ciclo atual atingiu um recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas, e a previsão é de que mais de 25 milhões de estudantes sejam assistidos. No primeiro ano do ciclo, os municípios receberam valores relativos à adesão, calculados com base no número de estudantes pactuado. Já no segundo ano, os repasses serão feitos com base em dois indicadores.

O primeiro é o percentual de escolas pactuadas que realizaram ações do PSE no município, o que reflete a cobertura das iniciativas nas escolas aderidas.

O segundo indicador está relacionado ao alcance de desempenho na execução das atividades prioritárias para o ciclo 2023/2024 no município. As ações incluem: alimentação saudável, prevenção da obesidade, promoção da atividade física, saúde mental, prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e dos direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além da prevenção de HIV/IST nas escolas participantes do PSE. O recurso poderá ser utilizado para aquisição de materiais de consumo que, em razão de seu uso corrente, perde normalmente sua identidade física e/ou tem sua utilização limitada a dois anos. A portaria lista os municípios habilitados para o recebimento do teto de recursos pactuados em Termo de Compromisso do PSE assinado por municípios e Distrito Federal. O município que não registrou as atividades do Programa Saúde na Escola permanece no ciclo, mas não recebe o incentivo financeiro. As ações são monitoradas pela pasta ao final de cada ano do ciclo.

O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

O Programa Saúde na Escola é resultado de uma parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação. Foi criado em 2007 com a finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

É uma estratégia que integra políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, das equipes de atenção básica e da educação básica pública. Escolas privadas também podem aderir ao PSE, de forma opcional.O Ministério da Saúde destinou R$ 90,3 milhões aos municípios e ao Distrito Federal para o desenvolvimento de ações do Programa Saúde na Escola (PSE). No segundo ano do ciclo 2023/2024, os repasses serão feitos com base no cumprimento das metas de monitoramento. Os recursos serão transferidos diretamente aos fundos municipais de saúde, em parcela única. A medida foi divulgada por meio de portaria publicada no último dia 14. O município de Montes Claros, com 93,13% de escolas pactuadas que realizam ações do PSE, receberá R$ 98.476,00.

Em Minas Gerais, os maiores valores são para Belo Horizonte, que receberá R$ 433.476,00, Uberlândia (R$ 197.277,77), Betim (R$ 163.702,98), Araxá (R$ 103.528,20), Montes Claros, Sete Lagoas (R$ 92.538,63) e Patrocínio (R$ 89.623,85). Já no Norte do Estado, além de Montes Claros, os maiores valores são para Jaíba (R$ 63.582,97), Pirapora (R$ 58.525,58), Várzeas da Palma (R$ 45.640,36), Janaúba (R$ 38.176,00), Taiobeiras (R$ 37.850,79), São João das Missões (R$ 33.869,00), Rio Pardo de Minas (R$ 33.850,79) e São Francisco (R$ 30.676,00).

RECORDE

O ciclo atual atingiu um recorde histórico de adesões, com 99% das cidades brasileiras habilitadas, e a previsão é de que mais de 25 milhões de estudantes sejam assistidos. No primeiro ano do ciclo, os municípios receberam valores relativos à adesão, calculados com base no número de estudantes pactuado. Já no segundo ano, os repasses serão feitos com base em dois indicadores.

O primeiro é o percentual de escolas pactuadas que realizaram ações do PSE no município, o que reflete a cobertura das iniciativas nas escolas aderidas.

O segundo indicador está relacionado ao alcance de desempenho na execução das atividades prioritárias para o ciclo 2023/2024 no município. As ações incluem: alimentação saudável, prevenção da obesidade, promoção da atividade física, saúde mental, prevenção de violências e acidentes, promoção da cultura de paz e dos direitos humanos, saúde sexual e reprodutiva, além da prevenção de HIV/IST nas escolas participantes do PSE. O recurso poderá ser utilizado para aquisição de materiais de consumo que, em razão de seu uso corrente, perde normalmente sua identidade física e/ou tem sua utilização limitada a dois anos. A portaria lista os municípios habilitados para o recebimento do teto de recursos pactuados em Termo de Compromisso do PSE assinado por municípios e Distrito Federal. O município que não registrou as atividades do Programa Saúde na Escola permanece no ciclo, mas não recebe o incentivo financeiro. As ações são monitoradas pela pasta ao final de cada ano do ciclo.

O PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

O Programa Saúde na Escola é resultado de uma parceria entre os ministérios da Saúde e da Educação. Foi criado em 2007 com a finalidade de contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública de educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde.

É uma estratégia que integra políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, das equipes de atenção básica e da educação básica pública. Escolas privadas também podem aderir ao PSE, de forma opcional.

Programa Saúde na Escola vai repassar R$ 98,4 mil à cidade

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendadas a você

TCE-MG reforça exigência de ouvidorias em evento na Amams
TCE-MG reforça exigência de ouvidorias em evento na Amams
Roda aberta de capoeira será realizada dias 2 e 4
Roda aberta de capoeira será realizada dias 2 e 4
Diabinho da garrafa tem filme em Coração de Jesus
Diabinho da garrafa tem filme em Coração de Jesus
Sudene participa do 9 º Congresso da Amupe
Sudene participa do 9 º Congresso da Amupe
Sancionada lei que reforça incentivos fiscais à reciclagem
Sancionada lei que reforça incentivos fiscais à reciclagem
Codevasf realiza consulta pública do Projeto Jaíba
Codevasf realiza consulta pública do Projeto Jaíba
Ministro Nardes aceita convite da Amams
Ministro Nardes aceita convite da Amams
Mostra Sua UFMG traz programação diversificada
Mostra Sua UFMG traz programação diversificada
AGU garante piso mínimo do frete e fiscalização
Padre realizará romaria em julho
Atendimento ao CAIC Maracanã
Prorrogado prazo para isenção da taxa de inscrição do Enem
Filhos da Terra” leva arte e identidade a escolas públicas
Esquadrão da Vida atua há mais de três décadas no cuidado e prevenção em comunidades
Maus-tratos poderão ter sistema nacional
Feira Brasil na mesa começa hoje
Venda de ingressos para Galo x Cruzeiro nesta 4ª
Produção industrial cresce em Minas 
AGU garante piso mínimo do frete e fiscalização
TCE-MG reforça exigência de ouvidorias em evento na Amams
Legisladores aprovam recomposição salarial