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HDG promove ações do Novembro Azul em 19 cidades do Norte de Minas

Em apoio ao Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem, o Hospital Dílson Godinho (HDG) realiza uma programação especial em diversas cidades do Norte de Minas.

Em apoio ao Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem, o Hospital Dílson Godinho (HDG) realiza uma programação especial em diversas cidades do Norte de Minas. O objetivo é conscientizar a população masculina sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata. As ações incluem palestras educativas, exames de PSA e atividades de orientação em parceria com órgãos municipais de saúde locais.

A campanha visa sensibilizar e educar a população sobre os cuidados com a saúde do homem, enfatizando a necessidade de realizar exames preventivos regularmente. As atividades serão realizadas nas cidades de Montes Claros, Pirapora, Salinas, Brasília de Minas, entre outras, em colaboração com as Unidades de Extensão em Oncologia Clínica do HDG, permitindo o acesso a orientações especializadas e incentivando a busca pelo cuidado preventivo.

As ações também vão acontecer em Capitão Enéas, Claro dos Poções, Cristália, Cônego Marinho, Gameleira, Glaucilândia, Grão Mogol, Januária, Jequitaí, Josenópolis, Juvenília, Matias Cardoso, Miravânia, Pedras de Maria da Cruz e Rubelita.

Helder Leone Alves de Carvalho, médico e diretor-presidente do HDG, destaca a importância do Novembro Azul para a promoção da saúde no norte de Minas: “É essencial que os homens entendam que cuidar da saúde é um ato de responsabilidade e amor próprio. Nosso compromisso com o bem- -estar da população vai além dos atendimentos clínicos. Queremos incentivar que cada vez mais homens busquem informações e se previnam contra o câncer de próstata e outras doenças. A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas, “, destacou.

Entre os cuidados básicos que todo homem precisa ter com a saúde, há testes e exames que precisam ser realizados com frequência: verificação da pressão arterial; hemograma completo; dosagem da glicemia; dosagem do colesterol; testes de urina; atualização da carteira vacinal; verificação do perímetro abdominal e do Índice de Massa Corpórea (IMC), entre outros.

Para mais informações sobre a programação do Novembro Azul nas diferentes cidades e agendamento de exames, entre em contato com o Hospital Dilson Godinho ou acompanhe as redes sociais do HDG.

(*) DADOS PREOCUPANTES Segundo informações do jornalista Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alerta para os riscos de crescimento dos casos de câncer de próstata em todo o mundo.

Com base em dados do Ministério da Saúde, a SBU informou que a doença matou 17 mil homens no Brasil em 2023, uma média de 47 por dia. Uma das propostas da SBU, na campanha Novembro Azul deste ano, é chamar a atenção para o fato de que o câncer de próstata apresenta poucos sintomas em sua fase inicial e que, se o homem esperar por esses sintomas, pode descobrir uma doença em estágio avançado e possivelmente em metástase (quando as células cancerígenas se espalham para outros órgãos).

(*) Com informações da Agência Brasil: https://tinyurl.com/4d8ebe3d

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO: MONTES CLAROS

01/11 – Lançamento da Campanha Novembro Azul: Telas dos computadores e release para a Imprensa;

05/11 – Entrevista MG Inter TV 1ª Edição – Dr. Aluísio Almeida Pinto – Urologista;

 13/11 – Palestra sobre Câncer de Próstata na Oncologia do HDG;

13/11 – Ação Eurofarma Montes Claros – Palestra e coleta de exame de PSA;

23/11 – Coleta de 2 mil exames de PSA no HDG. BRASÍLIA DE MINAS

22/11 – Roda de Conversa e coleta de PSA. SALINAS

05/11 – Palestra na empresa Belo Lithium;

08/11 – Entrevista na Rádio Difusora Salinas – Dra. Mariana Teixeira Ladeia e Silva;

 27/11 – Palestra da UBS São José.

PIRAPORA

05/11 – Entrevista na Rádio Pirapora 93,7FM – Dr. Marco Túlio Duarte;

11 a 14/11 – Realização de 2 mil exames de PSA para homens a partir de 50 anos: Centro de Promoção à Saúde Cristiano Azevedo (CTA) e Unidade de Extensão em Oncologia Clínica do HDG;

21/11 – Evento na Unidade de Extensão em Oncologia Clínica do HDG. OUTRAS CIDADES COLETAS DE EXAMES DE PSA

07/11 – Jequitaí;

12/11 – Claro dos Poções;

12 e 13/11 – Glaucilândia;

14/11 – Cristália;

21/11 – Gameleira, Grão Mogol e Josenópolis;

22/11 – Capitão Enéas, Cônego Marinho, Glaucilândia, Grão Mogol, Januária, Juvenília, Miravânia, Pedras de Maria da Cruz e Rubelita;

28 e 29/11 – Matias Cardoso.

Em apoio ao Novembro Azul – Mês de conscientização sobre a saúde do homem, o Hospital Dílson Godinho (HDG) realiza uma programação especial em diversas cidades do Norte de Minas.

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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