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População reclama da falta de semáforos em várias regiões

Várias regiões da cidade não têm sinais luminosos e nos horários de pico é um sacrífico para atravessar as principais vias dos bairros

Que é preciso atenção à sinalização de trânsito para evitar acidentes, todo mundo sabe. Mas o que fazer quando não há sinalização adequada? A equipe do NOVO JORNAL DE NOTÍCIAS percorreu vários bairros de Montes Claros, área central e encontrou várias regiões, como na linha férrea que atravessa a Avenida São Judas Tadeuque liga as regiões dos Grandes Maracanã, Major Prates, Santo Inácio, Central de Abastecimento sdo Norte de Minas (Ceanorte) entre a Vila Telma e Bairro Santo Inácio.

Nos horários de grande fluxo, de manhã, meio dia e à noite, é praticamente impossível atravessar aquela região da cidade. Outro local de difícil travessia é a Avenida Leonel Beirão,que não tem semáforo para pegar a Ponte Preta, que tem sinal luminosoo que causa demora e dificulta a passagem de veículos, motos, bicicletas elétricas, motorizadas, pedestres, entre outros de cargas. Um perigo constante. Acidentes ali são propícios, pois não há nenhuma presença de agentes da MCTrans, nem da Polícia Militar de Trânsito.

Também no Bairro Dr. João Alves, na entrada da Avenida Deputado Plínio Ribeiro, Bairro Santo Antônio, a partir das 18 horas, o trânsito é intenso nas imedições do 10º Batalhão de Polícia Militar, Copasa, Presídio Alvorada e uma grande rede de supermercados, bem como o antigo Posto Mineirão até a BR135, onde a ECO 135, através do DER – Governo do Estado executa obra de asfaltamento deBocaiúva até Curvelo seguindo para Belo Horizonte.

Nos Bairros Independência e Jaraguá II, o trânsito de veículos pesados vem dificultando a vida dos moradores e usuários, além de empresas que estão sendo instaladas no Distrito Industrial II – LMG – 631, ligando Capitão Eneás – São João da Ponte – na conhecida Estrada da Produção.

EDGAR PEREIRA – Não é difícil ver motoristas passando direto nas lombadas, que são quase imperceptíveis até na luz do dia. A situação se repete na Avenida Ipanema, onde há sinais, mas o movimento de caminhões e carretas, principal acesso para o Distrito Industrial no sentido do Bairros Edgar Pereira e Santos Reis é considerado outro grande garlago.

MAJOR PRATES – Na região sul do Major Prates, a Avenida Francisco Gaetani é outro problema até a saída da BR365, Montes Claros – Pirapora. Foi instalado um semáforo de pesdestre, que nada resolveu a vida dos moradores e comerciantes ali estabelecidos.

A Avenida Vicente Guimarães reformada pela prefeitura é sinalizada com semáforos em quase todos os seus cruzamentos, o que aumenta a segurança de pedestres e de usuários das vias entre os Bairros Funcionários, Sagrada Família e Major Prates.

SÃO JUDAS E MORRINHOS – Nas avenidas dos Morrinhos e São Judas não tem sequer um semáforo ou faixa de pedestre e as faixas de rolamento também não estão pintadas. O trânsito é uma loucura, resume a publicitária Zélia Gonzalez, que utiliza as Avenidas São Judas Tadeu e Leonel Beirão, principalmente durante à noite. No principal cruzamento do bairro, não há nenhuma faixa de pedestre pintada e os veículos fazem conversões que fica difícil de entender.

O motoboy Eustáquio Ferreira diz que o tráfego de veículos nesta região é muito intenso e vira uma confusão. “Se tivesse sinalização eletrônica, o trânsito fluiria bem melhor”, diz ao NJN.

Já Maria de Lourdes Alves, aposentada, anda muito pela cidade a pé e diz que o pedestre sofre para atravessar em algumas regiões. “Placas indicativas pelo menos tem de monte, agora faixa de pedestre, sinalização nas pistas e agentes de trânsito para ajudar fluir melhor, você não encontra”, desabafa.

O mototaxista Geraldo Pereira Silva, trabalha na praça há 20 anos e diz que andar em Montes Claros é uma arte.

A responsabilidade de sinalizar a cidade é da Empresa Municipal de Transportes e Trânsito de Montes Claros. Porém, A MCTrans informou nessa quarta-feira (9), que está sendo feito um levantamento em toda cidade que vai apontar os pontos mais críticos onde há necessidade de colocação de placas e também da pintura das faixas de rolamento. Depois que for feito esse estudo, será realizado um procedimento de licitação para a realização dos reparos.

Canteiros de obras em locais de grande circulação e em vias vitais para a mobilidade da cidade são um transtorno para quem precisa percorrer os trajetos diariamente. Além da expectativa pela inauguração, a comunidade tem de conviver com os problemas e as dificuldades que aparecem ao longo do processo.

Motoristas que trafegam por Montes Claros alegam que os transtornos afetam a região central e todas as áreas próximas. Donos de estabelecimentos nas adjacências se queixam da queda no movimento, na Praça Pio XII, Catedral, comerciantes Rafael Ferreira e Igor Filho. “Caiu bastante. Primeiro pela pandemia e, depois, pelas obras. Sabemos da importância e necessidade dessa obra.

A Rua Padre Champgnat também os motoristas enfrentam filas ao lado de um colégio particular e também na Avenida Mestra Fininha, onde tem sinal luminoso perto de um colégio e um posto de combustíveis, no Morada do Sol.

A expectativa é boa para depois da inauguração. O atraso na entrega impacta diretamente o comércio local e o trânsito ficou poior por aqui”, comentou a gerente de uma uma loja no centro da cidade, descendo a Rua Coronel Joaquim Costa e Dom Pedro II, que é sinalizada com semáforo, mas está um perigo só, lamenta.

Várias regiões da cidade não têm sinais luminosos e nos horários de pico é um sacrífico para atravessar as principais vias dos bairros

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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