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Estado se aproxima da marca de 1 milhão de empregos

Programas de qualificação contribuem para Minas avançar na geração de empregos com carteira assinada

Minas Gerais avança, transformando a vida das pessoas com programas de governo que preparam a população para o mercado de trabalho. Com a qualificação da mão de obra, o estado já gerou mais de 924 mil empregos desde 2019 e caminha para alcançar a meta de 1 milhão de postos formais criados até 2026.

Os últimos números oficiais do mercado de trabalho mostram que o estado gerou mais de 188 mil novos empregos com carteira assinada apenas em 2024. No mês de agosto, 14.356 pessoas conseguiram um emprego, o que demonstra que o mercado de trabalho mineiro é um dos mais fortes do Brasil e cria oportunidades para quem mais precisa.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Alê Portela, destaca que a geração de empregos é resultado do empenho do Governo de Minas para criar um estado mais atrativo para investimentos. “Isso traz oportunidades para as empresas e para a nossa população. Esse é um compromisso que temos: criar as condições necessárias para que Minas avance e transforme a vida das pessoas”, afirma Alê Portela.

Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nessa sexta-feira, 27, indicam que Minas atingiu, em agosto, uma sequência positiva de oito meses consecutivos de geração de postos de trabalho, impulsionada por setores como o de Serviços, que contratou 10.250 trabalhadores.

O expressivo resultado alcançado por Minas no último mês também foi impulsionado por outros setores que registraram abertura de postos de trabalho, como a Indústria (6.689), o Comércio (4.330) e a Construção (413). Apesar do setor de Agropecuária ter registrado o fechamento de postos em agosto (-7.322), nos resultados parciais de 2024, todos os grandes setores apresentaram saldo positivo (com destaque para o setor de Serviços, responsável pela geração de 90.468 novos postos). Isso indica que o mercado mineiro é diversificado e cria oportunidades em diversos setores.

De janeiro a julho, Minas acumula 4,95 milhões de pessoas empregadas com carteira assinada. Assim, o estado segue com o segundo maior estoque de empregos do país, atrás apenas de São Paulo. O estoque representa a quantidade de pessoas empregadas com carteira assinada, tanto no setor público quanto no privado.

PROGRAMAS – Para garantir que as vagas em aberto sejam preenchidas, o Governo de Minas tem investido em cursos gratuitos para ajudar as pessoas a se destacar no mercado de trabalho. Esse é o caso do Minas Forma, programa da Sedese que está garantindo mão de obra qualificada e pronta para ser contratada pelas empresas.

Rafael Maia, jovem de 22 anos, está aprendendo sobre Qualidade no Atendimento ao Cliente. “Não é um curso que você faz e fica com o certificado guardado na gaveta. É um curso que já prepara para o que as empresas estão precisando. Então, a chance de sair daqui empregado é maior”, relata o aluno de Montes Claros, no Norte de Minas. Além de Rafael, o Minas Forma já transformou a vida de centenas de mineiros e, até 2025, vai qualificar mais de 8 mil pessoas, especialmente jovens, pessoas com deficiência e mulheres com mais de 40 anos.

OPORTUNIDADE PARA QUEM PRECISA – O Minas Forma é o grande projeto de qualificação e formação socioprofissional do Governo de Minas, segundo avalia o subsecretário de Inclusão Produtiva, Trabalho, Emprego e Renda da Sedese, Arthur Campos. “Queremos dar oportunidade a pessoas em situação de vulnerabilidade que estão em busca de um emprego ou de melhorar a renda”, salienta Arthur Campos, que reforça: “o Minas Forma é uma das iniciativas para que Minas chegue a 1 milhão de empregos até 2026”.

Além da qualificação, outra atuação importante do programa é a parceria com as empresas, como explica o subsecretário: “Acreditamos que a questão da empregabilidade depende não só do poder público, mas também das pessoas e da iniciativa privada. Estamos fazendo esforço conjunto com as empresas para captar essas pessoas, para que elas possam entrar no mercado de trabalho”, pontua Arthur Campos.

Através da Rede de Carreiras do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-MG), os alunos do Minas Forma têm facilidade no encaminhamento para oportunidades de trabalho. A plataforma possibilita a intermediação de mão de obra, conectando empregadores e alunos.

Programas de qualificação contribuem para Minas avançar na geração de empregos com carteira assinada

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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