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Programa da Atlas Renewable Energy capacita mais de 350 mulheres em Janaúba

O programa Somos Parte da Mesma Energia, da Atlas Renewable Energy, que oferece formação profissional para reduzir a desigualdade de gênero no setor de energia, atingiu mais um marco na capacitação feminina: mais de 100 mulheres foram formadas no terceiro e último ciclo do projeto em Janaúba, no Norte de Minas, encerrado no final do semestre.

O programa Somos Parte da Mesma Energia, da Atlas Renewable Energy, que oferece formação profissional para reduzir a desigualdade de gênero no setor de energia, atingiu mais um marco na capacitação feminina: mais de 100 mulheres foram formadas no terceiro e último ciclo do projeto em Janaúba, no Norte de Minas, encerrado no final do semestre.

O programa atingiu marcas expressivas no município, com mais de 350 mulheres capacitadas. Os cursos oferecidos as preparam para trabalhar nos projetos solares e para oportunidades voltadas a outras atividades econômicas da região.

O programa Somos Parte da Mesma Energia foi lançado em 2019 com o objetivo de oferecer treinamentos profissionalizantes para mulheres, criando oportunidades de emprego nas regiões onde a empresa atua no Brasil, Colômbia, México e Chile. A iniciativa busca aumentar a participação feminina nas construções solares, que normalmente é de apenas 2%, para 15%. Em um de seus projetos, a Atlas já superou essa meta, atingindo 22% de contratações de mulheres. As participantes do programa possuem a oportunidade de aumentar sua empregabilidade, tanto para trabalhar em um projeto da Atlas quanto em outros projetos das regiões onde vivem, bem como a oportunidade de empreender como prestadoras de serviço

É essencial que as questões de inclusão também sejam abordadas entre os homens, nas lideranças profissionais, e entre jovens e crianças nas escolas. Por isso, o programa promove diversas atividades educativas no ambiente das obras, envolvendo toda a equipe, além de realizar campanhas externas em parceria com escolas para incentivar meninas a seguirem carreiras em ciência e tecnologia.

“Acreditamos que a diversidade de gênero traz benefícios significativos para a indústria de energia renovável. Ao proporcionar essas oportunidades de formação, fortalecemos as comunidades locais e contribuímos para um setor mais inclusivo e inovador”, afirma Maria Alice Santos, coordenadora social da Atlas Renewable Energy.

Em Janaúba, está localizado o Projeto Fotovoltaico Vista Alegre, com 902 MWp (o equivalente a 770 MWac de capacidade instalada), que irá gerar aproximadamente 2TWh/ano, o que equivale a tirar mais de 61.800 carros das ruas, além de compensar cerca de 154.000 toneladas de emissões de CO2 por ano. A construção foi iniciada em 2023 e deverá entrar em operação em 2025.

A Atlas Renewable Energy é uma empresa internacional de geração de energia renovável com um portfólio de projetos de 8,4 GW, dos quais 2,5 GW estão em fases avançadas de desenvolvimento e 3,6 GW estão em operação. A Atlas é especialista em desenvolver, financiar, construir e operar projetos de energia renovável desde 2017. A Atlas possui uma equipe experiente com profundo conhecimento do mercado global de energia e renováveis, com o histórico mais longo no setor na Iberoamérica.

A estratégia da empresa está focada em ajudar grandes empresas a fazer a transição energética para 100% de energia limpa. A Atlas Renewable Energy é amplamente reconhecida por seus altos padrões no desenvolvimento, construção e operação de projetos de grande escala, bem como por um histórico profundo e duradouro em programas sociais e desenvolvimento sustentável. Para mais informações, visite: https://pt.atlasrenewableenergy.com/

O programa Somos Parte da Mesma Energia, da Atlas Renewable Energy, que oferece formação profissional para reduzir a desigualdade de gênero no setor de energia, atingiu mais um marco na capacitação feminina: mais de 100 mulheres foram formadas no terceiro e último ciclo do projeto em Janaúba, no Norte de Minas, encerrado no final do semestre.

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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