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Cidade chega a 48,3 mil empresas ativas

COMÉRCIO varejista do vestuário e acessórios lidera o número de empresas na cidade

Montes Claros alcançou em julho a marca de 48.359 empresas ativas, 46.639 das quais matrizes e 1.720 filiais. Do total, 44.625 são microempresas, 1.570 empresas de pequeno porte e 2.155 outras. Em njulho, 996 firmas foram constituídas, sendo 971 matrizes e 25 filiais. Na contramão, 529 empresas foram extintas, 520 das quais matrizes e nove filiais. No balanço, Montes Claros fechou julho com saldo de 467 empresas, sendo 451 matrizes e 16 filiais. No sétimo mês do ano, o tempo de abertura de firma na cidade foi de 18 horas, o de viabilidade de empresas de 9 horas e o de registro de empresas também foi de 9 horas.

De janeiro a julho, 6.004 empresas foram constituídas em Montes Claros, 5.889 das quais matrizes e 115 filiais. No período, 3.743, 3.662 das quais matrizes e 81 filiais, foram fechadas. O saldo é de 2.261 firmas. No balançop do ano, o tempo de abertura de empresas na cidade foi de 1 dia, o de viabilidade 13 horas e o de registro de firmas foi de 11 horas. Por natureza jurídica, o ranking é o seguinte: Empresário Individual (32.842), Sociedade Limitada (14.941), Sociedade Anônima Uma nova massa de ar quente e seco deverá se estabelecer sobre o Brasil no decorrer da primeira semana de setembro e entrar em um novo padrão de onda de calor já a partir desta segunda-feira (2/9). As ondas de calor nesta época do ano e no mês de setembro já são super comuns em grande parte do Brasil, principalmente em áreas do Brasil Central e no Centro-Oeste, mas nos últimos anos elas têm ficado cada vez mais intensas, mais precoces e mais longas também. O calorão deve começar em Montes Claros já neste sábado (31/ 8), quando a temperatura máxima deverá ser de 32ºC, mínima de 16ºC e umidade do ar entre os críticos 26% e 80%. Nos próximos dias, a máxima deverá variar entre 32ºC e 34ºC, as mínimas entre 18ºC e 21ºC, com os índices de umidade Previsão de nova onda de calor já a partir desta segunda-feira relativa do ar oscilando entre os críticos 16% e 77%. A primavera, que começa oficialmente no dia 22 de setembro (domingo) e se estende até o dia 21 de dezembro (sábado), deverá ser marcada por muito calor no país; o que não é atípico. O período de insolação já é maior, a radiação solar já é mais intensa, conforme se aproxima o equinócio da primavera, como o tempo continua seco ainda com condições hídricas de inverno, isso favorece o maior aquecimento do solo e do ar também. Isto tudo somado aos dias cada vez mais longos faz com o que o ar quente ganhe cada vez mais força. A primeira forte frente fria do novo mês deve avançar apenas a partir do dia 19 de setembro, começando a movimentar um pouco a atmosfera e trazendo um ar mais frio, reduzindo o calor em alguns estados. Mas até lá, a maior parte do Brasil deve enfrentar dias de calor extremo com índices muito baixos de umidade do ar, similares aos de regiões desérticas, o que agrava ainda mais a situação de queimadas sobre o Brasil Central. A umidade do ar ainda pode atingir valores em emergência – abaixo dos 12% em muitas cidades. Com a condição de tempo seco e a atmosfera “parada”, a concentração de poluentes também aumenta e a qualidade do ar deve ficar bem prejudicada no decorrer dos próximos dias. Esta pode ser a onda de calor mais forte que as duas primeiras do começo do ano de 2024 (em março/abril e maio), em termo de duração e de temperaturas – os limiares podem extrapolar em muitas cidades, principalmente do interior. Fechada (307), Sociedade Anônima Aberta (74), Consórcio de Sociedades (67), Cooperativas (66), Sociedade em Conta de Participação (29), Empresa Pública (20) e Sociedade de Economia Mista (13).

Já por atividade econômica, o ranking é o seguinte: Comércio Varejista de artigos do vestuário e acessórios (2.496), Cabeleireiros, manicure e pedicure (1.830), Promoção de vendas (1.642), Obras de alvenaria (1.271), Lanchonetes, casas de chá, de suco e similares (1.157), Atividade médica ambulatorial restrita a consultas (1009), Comércio varejista de bebidas (943), Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios – minimercados, mercearias e armazéns (909), Transporte rodoviário de cargas, exceto produtos perigosos e mudanças municipal (891), Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente (875), Construção de edifícios (770), Restaurantes e similiares (737), Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional (724), Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza (721), Instalação e manutenção elétrica (694), Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente (707), Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar (667), Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial (617), Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal (565), Outras atividades auxiliares do transporte terrestre não especificadas anteriormente (505), Comércio varejista de peças e acessórios novos para veículos automotores (494), Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores (485), Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente (463), Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento (424), Serviços de pintura de edifícios em geral (416), Serviços domésticos (408), Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com predominância de produção própria (387) e outras milhares de empresas.

COMÉRCIO varejista do vestuário e acessórios lidera o número de empresas na cidade

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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