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Prorrogadas as inscrições do concurso de cachaças

Estão prorrogadas as inscrições para o Concurso Cachaças Mineiras 2024 - 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras.

Estão prorrogadas as inscrições para o Concurso Cachaças Mineiras 2024 – 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras. Com a mudança, o produtor tem até o dia 31/7 (quarta-feira) para preencher o formulário disponível no regulamento do concurso e entregá- -lo no escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) do seu município.

Após a avaliação da ficha de inscrição pela comissão organizadora, os produtores aprovados serão notificados pela Emater e terão até o dia 9/8 para enviar a cópia dos documentos obrigatórios e as amostras concorrentes para o endereço em Belo Horizonte, indicado no regulamento do concurso. O regulamento e o formulário de inscrição podem ser acessados ou clicando diretamente no link da Emater. As inscrições são gratuitas

Podem participar do concurso produtores/engarrafadores e padronizadores/engarrafadores, que tenham estabelecimentos de bebidas em território mineiro, devidamente registrados junto ao Ministério de Agricultura, com as denominações Cachaça de Alambique e Aguardente de Cana, onde o produto é fabricado no Norte de Minas, sobretudo, na região de Salinas, Taiobeiras, Novorizonte, entre outros.

SALINAS

A cachaça de alambique é aquela produzida exclusivamente em alambique de cobre e obtida pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar crua, com graduação alcoólica de 38% a 48%. Já a aguardente de cana é a bebida com graduação alcoólica de 38% a 54%, obtida de destilado alcoólico simples de cana-de-açúcar ou pela destilação do mosto fermentado do caldo de cana-de-açúcar com em Salinas e demais municípios do Alto rio Pardo.

O concurso possui as seguintes categorias: Cachaça de Alambique, Cachaça de Alambique Armazenada, Cachaça de Alambique Envelhecida, Cachaça de Alambique Envelhecida – Premium e Cachaça de Alambique Envelhecida – Extra Premium.

Já as categorias de aguardente de cana são: Aguardente de Cana, Aguardente de Cana Armazenada, Aguardente de Cana Envelhecida, Aguardente de Cana Envelhecida – Premium e Aguardente de Cana Envelhecida – Extra Premium. Cada participante poderá realizar até duas inscrições, mas apenas uma inscrição por categoria.

A avaliação dos atributos sensoriais das bebidas será feita com uma metodologia desenvolvida para o concurso, com análises visuais, olfativas e gustativas. Os jurados terão experiência profissional em concurso, formação profissional ou notório saber na área de bebidas alcoólicas destiladas.

O resultado do concurso será anunciado em novembro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (31) 3349-8120 ou pelo e-mail: cachacasmineiras@emater.mg.gov.br.

O Concurso Cachaças Mineiras 2024 – 1º Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras é uma iniciativa do Governo de Minas e é realizado pela Emater-MG. A iniciativa conta com apoio da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), e da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig e, de diversas outras instituições: ABRTB, Anpaq, Apacs, CTS Cachaça, Confala, Convida, Fetaemg, IFNMG, INPI, SindBebidas/Fiemg, Sistema Faemg, Sistema Ocemg, Ufla, UFMG e UFV

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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