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EnergIFE projeta ampliar a oferta de cursos e profissionais na área

Os campi Montes Claros e Janaúba do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) recebem, nos dias 29 e 30 de abril, autoridades, setor produtivo, pesquisadores e estudantes para o Encontro Mineiro do EnergIFE.

Os campi Montes Claros e Janaúba do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) recebem, nos dias 29 e 30 de abril, autoridades, setor produtivo, pesquisadores e estudantes para o Encontro Mineiro do EnergIFE. Trata-se de um programa do Governo Federal que tem como objetivo ampliar a oferta de cursos e de profissionais em energias renováveis e eficiência energética.

O encontro é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura do IFNMG, da Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ), do programa Profissionais do Futuro e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (SETEC/ MEC), e conta com parceria da rosilveira7@yahoo.com.br empresa Atlas Renewable Energy e da Fadetec.

Além de reuniões internas entre coordenadores do Programa no IFNMG e representantes das instituições envolvidas, o evento contará com uma palestra sobre o setor fotovoltaico e as oportunidades de carreira, com Carlos Café, vicepresidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída. As inscrições para a palestra, que será realizada na próxima segunda-feira (29/4), após a abertura das 19 horas no IFNMG – Campus Montes Claros, são limitadas e podem ser realizadas por meio do link do encontro disponível na página do IFNMG.

JANAÚBA – No dia 30 de abril, a partir das 10 horas, o Encontro prossegue em Janaúba, outra cidade referência na geração de energia solar. No novo campus do Instituto haverá apresentação das ações do IFNMG no EnergIFE e das tecnologias, projetos e atuação da empresa Atlas, seguido de debate e de mostra de outras experiências da Rede. Na parte da tarde, alguns convidados poderão visitar a usina da Atlas na planta de Vista Alegre, que tem o maior contrato de compra da energia solar da América Latina.

EnergIFE

O Programa EnergIFE é uma vanguarda na integração da educação profissional com as necessidades do mercado de energia solar, equipando os alunos para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades deste setor em ascensão.

No IFNMG, já foram ofertados na primeira fase do Programa 26 turmas nas cidades de Arinos, Montes Claros, Pirapora, Janaúba, Porteirinha e Teófilo Otoni.

Na segunda fase do Programa, em 2023 e 2024, foram contempladas 2.200 vagas de eletricistas de sistemas de energias renováveis, em todos os campi do IFNMG, no maior aporte de recursos Federais ao Programa de Energife de todo o Brasil, totalizando um investimento de R$ 4 milhões e 400 mil.

EnergIFE projeta ampliar a oferta de cursos e profissionais na área
PROGRAMA projeta ampliar a oferta de cursos e profissionais no setor de energias renováveis

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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