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Concurso apresenta participantes da edição 2024

De 5 a 28 de abril, o primeiro e maior concurso de “butecos” do Brasil convoca a grande e democrática comunidade botequeira a eleger o Melhor Buteco do País, com o lema “Somos Todos Buteco”. Com esse slogan de campanha o concurso, que comemora 24 anos de existência, sendo a 19ª edição em Montes Claros, reitera mais uma vez o buteco como um grande protagonista da sociabilidade brasileira e demarca a existência de uma “cultura de buteco”. De Montes Claros, 22 butecos participam do concurso.

De norte a sul do país, em todas as regiões, o público é convidado a se engajar nessa grande eleição nacional envolvendo mais de 1.100 butecos e os Petiscos em todo o Brasil pelo preço único de R$35,00.

O Comida di Buteco nasceu no ano 2000, na cidade de Belo Horizonte, na extinta Rádio Geraes FM, com objetivo de resgatar butecos familiares e a cozinha raiz. É um concurso e não um festival! Com voto popular e de jurados é eleito o melhor buteco da cidade e depois o melhor do país.

Público e jurados visitam os estabelecimentos dando notas de 1 a 10 em: atendimento, temperatura da bebida, higiene e petisco. O petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%.

A cada edição 20% da base de participantes é renovada, oxigenando o roteiro e mantendo a competitividade sempre animada. Desde 2016 o Comida di Buteco é realizado em duas etapas: a primeira etapa é regional onde a votação é feita pelo público e jurados da própria cidade.

Depois de eleitos os campeões de cada circuito, um outro corpo de jurados visita e avalia os campeões para que seja eleito então, o Melhor Buteco do Brasil.

E em julho, numa festa realizada em São Paulo é revelado o Campeão Nacional, o Melhor Buteco do Brasil. Realizado há 24 anos sempre no mesmo mês, abril tem-se tornado, a cada ano, o mês da cultura de buteco no Brasil.

O Comida di Buteco tem e pratica a missão – “Transformar Vidas Através da Cozinha de Raiz – Buteco Extensão de Sua Casa”. Tem como denominador comum nos participantes: a presença do dono no local. São comerciantes que, junto as suas famílias, vivem do negócio e não pertencem às redes nem franquias. Lugares que levam a identidade dos seus proprietários e por isso encantam cada novo cliente.

NOVIDADES 2024 – Ano sim, ano não, o concurso lança um tema para a criação dos petiscos. Em 2024 o tema é livre! Criatividade, resgate, inovação, pesquisa, motivação foram os temperos para os participantes, que criaram cada um dos petiscos da edição 2024 do Comida di Buteco. Serão mais 1.100 butecos participantes em todo o Brasil de norte a sul, com renovação, criatividade, muito sabor e histórias de família!

A geografia butequeira de norte a sul do Brasil.

Estamos presentes em 27 circuitos e em mais de 40 municípios:

MINAS GERAIS – Belo Horizonte, Montes Claros, Uberlândia e Araguari, Juiz de Fora, Poços de Caldas, Vale do Aço (Timóteo, Ipatinga e Coronel Fabriciano);

SÃO PAULO – São Paulo Capital, São José do Rio Preto, Campinas, Ribeirão Preto;

RIO DE JANEIRO – Rio Capital, Niterói, Baixada: Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São João do Meriti;

DISTRITO FEDERAL – Brasília, Taguatinga, Guará, Águas Claras;

BAHIA – Salvador;

CEARÁ – Fortaleza;

GOIÁS – Goiânia e Aparecida de Goiânia;

PERNAMBUCO – Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes;

AMAZONAS – Manaus;

PARÁ – Belém e Ananindeua;

PARANÁ – Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina, Maringá;

SANTA CATARINA – Florianópolis, Blumenau, Joinville;

RIO GRANDE DO SUL – Porto Alegre e Canoas.

Butecos participantes de Montes Claros:

611 House Bar – Rua Raul Correia, 611 | Funcionários

Balança Vento – Avenida Castelar Prates, 382 | Major Prates

Bar das Meninas – Rua João Martins, 377 – Lojas 1 e 2 | Vila Guilhermina

Bar do Kal – Rua Antônio Martins, 50 | Santos Reis

Bar do Soró – Rua Coronel Joaquim Sarmento, 596 | São José

Bar do Thom – Rua Humaitá, 50 | Morrinhos

Bendita Espeteria – Avenida Cula Mangabeira, 661 | Santo Expedito

Boteco Topp – Avenida Dep. Esteves Rodrigues, 61 – (ao lado da Protel) | Melo

Cantina da Paty – RUA A, 200 – Alameda | Acácias

Carrancas Grill – Rodovia BR-365, 267 (No posto Abrantes. Saída para Pirapora) | Major Prates

Delícias do Crepe – Rua Raul Correia, 344 – Loja A | Funcionários

Divino’s Bar – Rua Luiz Ruas, 62 | Santos Reis

Dom Canela Botequim – Rua Santa Maria, 871 | Todos os Santos

Jiló Butiquim – Rua Iraci de Oliveira Novais, 510A | Cândida Câmara

Kentura 2 – Rua Santa Maria, 662 | Todos os Santos

Lopes Bistrô – Rua Ernesto Neves, 451 | Edgar Pereira

Lounge 433 – Rua Iraci De Oliveira Novais, 333 | Cândida Câmara

Nobre’s Bar – Avenida A, 981| Jardim Primavera

São Bento Espetaria – Rua Barão do Rio Branco, 253 | Centro

Universo do Beiju – Avenida Cula Mangabeira – de 564 ao fim – lado par, 1796 | Sagrada Família

War Pigs Rock Bar – Avenida Mestra Fininha, 1054 | Cidade Santa Maria

Zebu Bar e Espeteria – Avenida Corinto Crisóstomo Freire, 561 – | Morada Do Parque

Concurso apresenta participantes da edição 2024

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Mais de 1 milhão de crianças menores de 5 anos foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde o início da estratégia nacional de vacinação, em junho deste ano. O anúncio foi feito na sexta-feira (11) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita a serviços de saúde em Montes Claros, na Santa Casa. Incorporada ao Calendário Nacional de Vacinação em 2026, a vacina protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, ampliando a proteção contra doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite. “A inclusão da Pneumo 20 no SUS amplia o acesso das crianças à proteção contra doenças causadas por 20 sorotipos da bactéria pneumococo. Na rede privada, o valor da vacina pode chegar a R$ 600. Desde a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação, mais de 1 milhão de crianças já receberam a vacina no país”, afirmou o ministro da Saúde. A Pneumo 20 oferece cobertura mais abrangente porque inclui também os sorotipos 3, 6A e 19A, associados à doença pneumocócica invasiva no Brasil, e protege contra a otite média, que pode causar complicações, incluindo perda auditiva. A vacinação é a principal forma de prevenir as formas graves das doenças pneumocócicas. Além de proteger cada criança vacinada, a ampliação da cobertura contribui para reduzir internações, complicações e mortes, especialmente na primeira infância, período em que as crianças estão entre os grupos mais vulneráveis. Entre 2023 e 2025, o Brasil registrou 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes pela doença, com taxa de letalidade de 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram registrados 589 casos e 187 óbitos no período. ESQUEMA VACINAL - Com a incorporação da Pneumo 20 ao Calendário Nacional de Vacinação, a Pneumo 10 será substituída gradualmente no esquema infantil. Durante esse período, os estoques disponíveis da Pneumo 10 continuarão sendo utilizados. Por isso, temporariamente, o esquema combinará as duas vacinas. A vacinação será realizada da seguinte forma: • Crianças que estão iniciando o esquema: recebem a Pneumo 20 aos 2 meses, a Pneumo 10 aos 4 meses e o reforço da Pneumo 20 aos 12 meses. O intervalo mínimo entre a segunda dose e o reforço é de 60 dias. • Crianças que já completaram o esquema com a Pneumo 10: não precisam receber uma dose adicional da Pneumo 20. • Crianças que começaram o esquema com a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 na rede privada: podem completar a vacinação com a Pneumo 20 pelo SUS, respeitando os intervalos recomendados. Após o término dos estoques da Pneumo 10, todas as doses do esquema infantil serão realizadas com a Pneumo 20. Pais e responsáveis devem manter a caderneta de vacinação das crianças atualizada e procurar uma unidade de saúde para verificar se há doses pendentes. O histórico de vacinação também pode ser acompanhado pela Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital.
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, de seminário “Desafios e Perspectivas para a Saúde do Brasil”, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) Justiça, no Rio de Janeiro. O encontro abordou principalmente os impactos da judicialização de medicamentos e das mudanças climáticas na saúde pública, reunindo especialistas, representantes do Judiciário e da sociedade civil, que puderam acompanhar as estratégias do Ministério da Saúde para enfrentar esses desafios. Durante o seminário, foram apresentadas ações para aprimorar a gestão das demandas judiciais e garantir o cumprimento das decisões, como a priorização da entrega direta de medicamentos ao paciente. Essa estratégia contribui para gerar economicidade aos cofres públicos, considerando o poder de compra do Governo Federal, que possibilita aquisições em maior escala e com descontos. No ano passado, foram realizadas mais de 4,7 mil entregas, sendo quase 70% dos medicamentos fornecidos pelo Ministério da Saúde e não por depósito judicial. “Os gastos com a judicialização no SUS caíram consideravelmente nos últimos anos. A construção de um arcabouço jurídico mais claro e seguro, com diretrizes objetivas para a tomada de decisões em diferentes instâncias da Justiça, tem papel fundamental na garantia da melhor aplicação dos recursos públicos e na efetivação do direito constitucional à saúde de qualidade para todos”, reforçou o ministro, Alexandre Padilha. Além disso, o ministro Padilha destacou a Assistência Farmacêutica Oncológica (AF-Onco), iniciativa que amplia a oferta de medicamentos para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS), com a incorporação gradual de 23 novos fármacos de alto custo a partir de outubro, contribuindo também para a redução da judicialização na oncologia. O enfrentamento dessa temática também envolve o fortalecimento da avaliação e incorporação de tecnologias, o aprimoramento dos processos de aquisição e distribuição, a ampliação da transparência e o diálogo entre Executivo, Judiciário e demais instituições envolvidas na garantia do direito à saúde. Para o enfrentamento das mudanças climáticas, sobretudo diante dos impactos associados ao El Niño, fenômeno caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico e que pode alterar os padrões de chuva e temperatura, o Ministério da Saúde tem intensificado sua atuação por meio da Sala Nacional de Situação de Emergências Climáticas em Saúde. A estrutura permanente é voltada ao monitoramento e à resposta coordenada a eventos extremos, como enchentes, secas e queimadas. Outra iniciativa é o AdaptaSUS, plano destinado a ampliar a resiliência estrutural de hospitais e unidades básicas de saúde diante de eventos climáticos extremos, como ondas de calor, enchentes, secas e queimadas. A estratégia também integra informações ambientais e epidemiológicas para subsidiar a tomada de decisões e fortalecer a capacidade de resposta do SUS. Padilha reforça que “o impacto das mudanças climáticas e do aumento da temperatura no Brasil exige uma reorganização do SUS, voltada não somente às tragédias, mas, com preparação. Isso é o que estamos fazendo, a partir do uso de evidência e previsibilidade, antecipação por monitoramento e análise e previsão epidemiológica, com foco nas especificidades territoriais e demográficas de cada região” Ainda no Rio de Janeiro, o ministro participou da 2ª Conferência Nacional Livre, Democrática e Popular de Saúde 2026, promovida pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco). O encontro reuniu entidades da área da saúde, movimentos sociais, trabalhadores, pesquisadores e representantes da sociedade civil para discutir os desafios atuais do SUS e os caminhos para seu fortalecimento. Entre os principais temas debatidos estiveram a defesa do caráter público e universal do sistema, a participação social na construção das políticas de saúde, a valorização dos trabalhadores e os desafios sanitários contemporâneos. Padilha também participou do encerramento do 64º Congresso Científico do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE), que teve como tema central “Saúde 5.0: Conectando Tecnologia e Humanização”. O evento ocorreu entre os dias 24 e 28 de agosto e teve como objetivo discutir os impactos da inteligência artificial, da transformação digital e da inovação diagnóstica, sem perder de vista o acolhimento ao paciente. O HUPE é referência em assistência especializada no estado e certificado como hospital de ensino. A unidade possui 518 leitos destinados ao SUS, distribuídos entre as áreas de terapia intensiva, obstetrícia, cirurgia, pediatria, cuidados a pacientes crônicos e psiquiatria.
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