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Seminário busca solução para crise climática

Assembleia discute medidas efetivas para atacar a seca severa e a chuva extrema em Minas

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) dá mais um passo no sentido de propor soluções para os efeitos das mudanças no clima, com a realização, nesta sexta-feira, 9, a partir das 9 horas, da etapa estadual do Seminário Técnico Crise Climática em Minas Gerais: desafios na convivência com a seca e a chuva extrema. As atividades serão no Auditório José Alencar.

Autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil participam do evento, que vai marcar a conclusão do trabalho dos grupos temáticos, após cinco meses de discussões. As inscrições para o público interessado em opinar no debate sobre o tema se encerraram na tarde dessa quinta-feira.

Um dos destaques da etapa estadual do seminário, ainda na manhã desta sexta-feira, será o anúncio, pelo presidente da ALMG, deputado Tadeu Martins Leite, o Tadeuzinho, do MDB, do Prêmio Assembleia de Incentivo à Inovação – Crise Climática. A iniciativa é mais uma ação do Parlamento mineiro de estímulo à construção de soluções tecnológicas e de impacto social para o enfrentamento da crise climática no Estado.

Também na manhã desta sexta, logo após a abertura do evento, haverá um painel para a apresentação dos principais pontos discutidos pelos grupos temáticos. À tarde, a partir das 14 horas, serão realizados debates acerca das sugestões apresentadas por esses grupos.

O Seminário Técnico Crise Climática em Minas Gerais foi lançado no dia 14 de março, num debate com a participação de autoridades e especialistas. Para ampliar essa discussão, foram realizados, entre maio e junho, sete encontros regionais no interior do Estado, um deles em Montes Claros. O objetivo foi identificar os impactos das mudanças climáticas nas diferentes regiões mineiras, de modo a construir um painel sobre os problemas locais e coletar sugestões para solucioná-los.

As discussões dos grupos temáticos tiveram início em março. Eles se reuniram para analisar planos e políticas públicas já existentes e apresentar propostas para aprimorá-los. O trabalho se dividiu em quatro segmentos: institucional, social, econômico- -produtivo e ambiental.

ATUAÇÃO LEGISLATIVA – Cada grupo temático elaborou um relatório final com avaliações e diretrizes para subsidiar uma agenda de atuação da ALMG. Nesta sexta, o Relatório de Diretrizes será entregue ao Parlamento, que proporá medidas para auxiliar na convivência com os fenômenos climáticos extremos, como secas severas e chuvas torrenciais. As ações relacionadas a essa agenda de atuação da Assembleia serão anunciadas em outubro durante evento no Parlamento.

Como destacou o presidente Tadeu Martins Leite, esse trabalho vai viabilizar políticas públicas que promovam ações contínuas de caráter estruturante de médio e longo prazos. As diretrizes apontadas pelos grupos temáticos poderão se desdobrar em requerimentos, projetos de lei e intervenções no Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG), por exemplo.

“Nós rodamos sete regiões, fizemos um diagnóstico com a participação da população. Praticamente todas as universidades do Estado participaram. Agora vamos fazer o encerramento, trazendo não só um diagnóstico que coletamos, mas apresentando um plano de ação para a Assembleia e para o Governo do Estado”, afirmou, em entrevista à TV Assembleia. O presidente da ALMG também destacou a importância da participação de entidades da sociedade civil de todas as regiões do Estado nas discussões. Ao todo, 368 instituições estiveram representadas nos debates.

Seminário busca solução para crise climática
Assembleia Legislativa realiza seminário nesta sexta-feira em busca de alternativas para atacar a crise climática

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