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Sudene sedia seminário de combate à desertificação

Com o objetivo de criar um espaço de articulação com a comunidade científica brasileira para Conferência das Partes (COP) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD), será realizado o Seminário “Contribuições da comunidade científica brasileira para a temática de combate à desertificação” nesta terça-feira, 15, das 14h às 17h, na Sudene.

Com o objetivo de criar um espaço de articulação com a comunidade científica brasileira para Conferência das Partes (COP) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD), será realizado o Seminário “Contribuições da comunidade científica brasileira para a temática de combate à desertificação” nesta terça-feira, 15, das 14h às 17h, na Sudene.

O debate será realizado numa parceria da Autarquia com o Ministério do Meio Ambiente, o Observatório da Caatinga e Desertificação (OCA), a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), o Instituto Nacional do Semiárido (Insa), a OndaCBC (Observatório Nacional da Dinâmica da Água e do Carbono no Bioma Caatinga, a Articulação pelo Semiárido Brasileiro (Asa). Contará com a presença de pesquisadores, representantes do Governo Federal, de instituições financeiras, para a construção coletiva de soluções científicas e tecnológicas com inclusão social, visando subsidiar a delegação brasileira em sua participação na COP 16.

O Brasil, junto aos outros territórios, participa da UNCCD. Os países firmaram o compromisso coletivo de estabelecer ações coordenadas em busca de soluções que atendam às necessidades socioambientais desses espaços caracterizados pelo clima árido, semiárido e seco, visto que também são prejudicados pela desertificação. Em dezembro deste ano, acontecerá o 30º aniversário da UNCCD e a 16ª sessão da COP, na capital Saudita, Riad, entre os dias 2 a 13.

De acordo com a Convenção, até 40% dos territórios globais estão degradados pela desertificação, ameaçando cerca de metade do PIB global (US$ 44 trilhões), aumentando a duração das secas em 20% desde o ano 2000. Sem que haja uma ação urgente e intermediadora, as secas podem afetar mais de três quartos da população mundial até 2050, e por isso, a restauração de terras é um pilar fundamental, garantindo a proteção e revitalização desses ecossistemas.

As regiões áridas e semiáridas do Brasil estão concentradas na área de atuação da Sudene e afetam diretamente a Caatinga, bioma exclusivamente nacional. O semiárido brasileiro ocupa 12% do território nacional e abriga cerca de 28 milhões de habitantes divididos entre zonas urbanas (62%) e rurais (38%), sendo um dos mais povoados do mundo.

Com o objetivo de criar um espaço de articulação com a comunidade científica brasileira para Conferência das Partes (COP) da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (UNCCD), será realizado o Seminário “Contribuições da comunidade científica brasileira para a temática de combate à desertificação” nesta terça-feira, 15, das 14h às 17h, na Sudene.

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